O Camarote do Lucca Rossi chega ao Carnaval 2026 de Guaíba com o tema “2126 – Um Olhar para o Futuro”, convidando o público a imaginar a cidade e a festa daqui a 100 anos.
o espaço promete uma experiência exclusiva com open bar, open food e abadá oficial, em um ambiente pensado para quem quer curtir o carnaval com conforto e muita energia.
Os últimos abadás já estão disponíveis, e os ingressos podem ser garantidos pelo link na bio do perfil oficial do camarote. 🎭✨
Evento acontece na madrugada do dia 15 de março e combina percurso plano, operação técnica rigorosa e desafio aos atletas
Joinville, março de 2025 – A poucos dias da largada, a pista de pousos e decolagens do Aeroporto de Joinville voltará a ser usada para algo incomum no dia 15 de março, à 1h30 da madrugada. Pela segunda vez, o espaço operacional será liberado para uma corrida oficial, permitindo que atletas disputem a prova em um ambiente normalmente restrito à aviação. A proposta é simples e direta: oferecer uma experiência esportiva em um local que quase nunca faz parte do calendário de corridas no país.
Diferente das corridas urbanas, o trajeto será disputado em área operacional aeroportuária, ambiente plano, amplo e contínuo, características que favorecem ritmo constante, mas exigem estratégia, principalmente pelo horário. A prova integra o circuito Santander Track&Field Run Series, realizado em parceria com a Motiva, concessionária responsável pela administração do terminal.
Segundo a gerente do aeroporto, Elizângela Rosa Bastos, o principal desafio para viabilizar o evento é garantir que a atividade esportiva aconteça sem qualquer impacto à segurança das operações aéreas. Para isso, foi estruturada uma operação técnica com janela exclusiva sem voos, análise formal de riscos, isolamento da área, controle rigoroso de acesso, varredura completa da pista antes e depois da prova e inspeção técnica final para liberação das atividades.
O corredor João Eduardo Magalhães, 37 anos, participou da edição anterior ao lado de amigos com quem costuma correr e afirma que a prova teve um caráter único. “Foi bem bacana. A gente já corre provas de rua com frequência, mas correr dentro do aeroporto foi totalmente diferente, principalmente pelo horário e por estar ali dentro de um espaço que normalmente não é acessível. Além disso, a organização estava excelente”, relata. Ele conta que já está se preparando para participar novamente neste ano.
Do ponto de vista esportivo, o horário altera a resposta fisiológica do corpo. O educador físico Bruno Dias de Freitas explica que a largada ocorre no período em que o organismo normalmente estaria entrando em sono profundo, o que pode gerar sensação inicial de lentidão muscular. A orientação é dormir algumas horas antes da prova, manter alimentação leve e fazer aquecimento progressivo para ativar o corpo antes da largada.
Como o percurso é totalmente plano, a principal estratégia é controlar o ritmo no início e evitar largar acima do limite. Em provas noturnas, atletas que mantêm constância tendem a ter melhor desempenho na segunda metade.
A etapa abre o calendário nacional de corridas em pistas aeroportuárias promovido pela Motiva ao longo do ano em diferentes cidades brasileiras e reforça a proposta de transformar temporariamente estruturas operacionais em experiências esportivas exclusivas.
Serviço Data: 15 de março de 2026 Horário: 1h30 Local: Aeroporto de Joinville Distâncias: 4 km e 8 km Inscrições: aplicativo TFSports
Sobre o Aeroporto de Joinville: Serve o norte catarinense com voos regulares para destinos nacionais, sendo fundamental para o setor industrial da região. Está sob administração da Motiva desde março de 2022.
Sobre a Motiva: Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, a Motiva atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em sua plataforma de trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Primeira empresa do Brasil a integrar o Novo Mercado, a Companhia está listada há 14 anos no hall de sustentabilidade da B3.
Outros indicadores positivos envolvem aumento da presença feminina na direção de unidades universitárias e nas coordenações de cursos e de programas de pós; dados refletem políticas de equidade adotadas nos últimos anos
A reitora Maysa Furlan, da Unesp — crédito: ACI Unesp
Levantamento realizado pelo Escritório de Gestão de Dados (EGD) da Unesp aponta que, atualmente, as mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação da Universidade e também as principais líderes em grupos de pesquisa: 831 dos 1.296 grupos de pesquisa com sede na Unesp registrados junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 2025 possuem líderes femininas, ou 64% do total.
Hoje, mulheres ocupam 52,8% das vagas oferecidas nos cursos de graduação da Unesp e 54,7% nos cursos de pós-graduação stricto sensu, sendo maioria também entre os alunos titulados no mestrado e no doutorado, segundo o EGD. O ano de 2026 é o segundo da gestão da reitora Maysa Furlan, a primeira mulher a ocupar o posto nos 50 anos de história da Universidade Estadual Paulista (1976-2026).
Em entrevista ao Jornal da Unesp, embora reconheça muitos desafios a serem superados, conforme mostrou recentemente o Index da Igualdade de Gênero nas Universidades Públicas do Estado de São Paulo, a reitora reconheceu que a Universidade está navegando em um ambiente mais propício para que todas possam contribuir com pesquisas, com a adoção de políticas institucionais em prol da equidade de gênero.
“Se as mulheres querem uma ascensão ao cargo de professora associada e depois de professora titular, que possam planejar isso e encontrar aqui na Unesp um espaço acolhedor”, afirma a reitora Maysa Furlan. “Estamos em um novo tempo, preparando a Universidade e os caminhos para que todas as pessoas, especialmente as mulheres, possam encontrar um ambiente forte e consolidado em questão de oportunidades”, diz.
Nos últimos anos, a Unesp apresentou crescimento na distribuição de mulheres ocupando a diretoria de unidades universitárias e ascendendo ao posto de docentes titulares. As mulheres se destacam como coordenadoras dos cursos de graduação (50,8%) e também atingem um patamar importante nas coordenações dos cursos de pós-graduação (45,4%).
“A Academia Brasileira de Ciências demorou mais de 100 anos para eleger como presidente uma mulher, a professora Helena Nader. A Fapesp existe há mais de 60 anos e nunca teve mulher no cargo de direção. Fiquei feliz por a Unesp ter completado seus 50 anos com uma mulher na Reitoria”, diz a professora Patrícia Morellato, pesquisadora líder do CBioClima, o primeiro Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fapesp com sede na Unesp.
O CBioClima liderado por Patrícia Morellato, ligado ao Instituto de Biociências do câmpus de Rio Claro da Unesp, tem como foco estudos em biodiversidade tropical e mudanças climáticas. Lá, a força de trabalho conta com 56,3% de mulheres bolsistas e estagiárias. “O CBioClima abriga uma proporção de pesquisadores associados e bolsistas mulheres maior do que a de homens. Isso não foi forçado, mas é algo estimulado”, diz a cientista.
Para encorajar outras mulheres neste Dia da Mulher, alunas que venceram o medo e a rotina compartilham o que aprenderam na prática sobre o retorno à faculdade
As mulheres representam 59,1% das matrículas no ensino superior brasileiro, segundo o Censo da Educação Superior mais recente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O avanço da presença feminina nas universidades coincide com um novo movimento educacional no país: profissionais adultas voltando a estudar para ampliar renda ou mudar de carreira.
Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, cresce a procura por graduações aceleradas e cursos de requalificação que permitam concluir a formação em menos tempo e retornar ao mercado com novas oportunidades.
Tiago Zanolla, professor de concursos públicos e fundador da UFEM Educacional, ecossistema educacional voltado à graduação acelerada e requalificação profissional, afirma que o público feminino lidera a retomada dos estudos. Segundo ele, muitas alunas interromperam a graduação por maternidade ou mudança de carreira e agora buscam formação flexível para avançar profissionalmente. “Grande parte dessas mulheres já tem experiência, mas precisa do diploma para acessar novas posições ou aumentar a renda”, afirma.
Dados do Censo Demográfico 2022 do IBGE indicam que 20,7% das mulheres adultas possuem ensino superior completo no Brasil, proporção maior que a dos homens, que chega a 15,8%. O crescimento educacional feminino, no entanto, convive com desafios práticos, principalmente para quem precisa conciliar trabalho, filhos e estudos.
Tiago explica que cursos digitais e modelos acadêmicos mais curtos ganharam espaço entre profissionais acima dos 30 anos. A possibilidade de estudar em horários flexíveis e avançar em ritmo próprio tem reduzido a evasão e ampliado a permanência em cursos de formação. “Quando o estudo se adapta à rotina da pessoa, a chance de abandono diminui. O aluno adulto precisa de um percurso claro e de resultados mais rápidos para continuar motivado”, afirma.
Histórias de alunas ilustram esse movimento. Mara Silva, de 38 anos, interrompeu os estudos ainda no ensino médio após engravidar da primeira filha. Anos depois, concluiu a formação básica pelo EJA, iniciou uma graduação em radiologia, mas precisou trancar o curso durante a pandemia por dificuldades financeiras. Em 2024, após iniciar um novo trabalho, encontrou na modalidade digital uma alternativa para retomar a formação.
Hoje cursando marketing digital, ela afirma que a flexibilidade foi determinante para voltar a estudar. “A plataforma é muito intuitiva e posso definir o horário em que vou estudar. Faço tudo no meu tempo e no conforto da minha casa”, relata. Para ela, a formação também amplia as perspectivas profissionais. “O marketing digital está crescendo muito e o curso me ajuda tanto na carreira quanto na preparação para concursos públicos.”
A maternidade também foi o principal fator que afastou Ivanir Aparecida Machado, de 54 anos, dos estudos por mais de duas décadas. Moradora de Cascavel (PR), ela voltou a estudar recentemente enquanto trabalha. “Fiquei mais de 20 anos sem estudar, então encontro dificuldades, mas estudar é a coisa mais importante na vida de qualquer pessoa”, afirma.
Para Julia Russo, de 36 anos, moradora de São José dos Campos (SP), o principal obstáculo foi o deslocamento e a dificuldade de conciliar trabalho com aulas presenciais. A mudança para o ensino a distância permitiu retomar o projeto de concluir o ensino superior.
“A plataforma mudou o jogo para mim. Consigo estudar no horário que faz sentido dentro da minha rotina e conciliar com as demandas da casa”, diz. Para ela, a formação acadêmica também tem impacto simbólico. “O diploma traz autonomia e credibilidade. A internet tem muito conteúdo, mas o diploma certifica que temos conhecimento.”
De acordo com Zanolla, o retorno dessas profissionais à educação formal também gera efeitos positivos para as empresas. “Profissionais que retomam os estudos ampliam competências e aumentam a capacidade de atuação dentro das organizações. A empresa que incentiva a formação está investindo na própria competitividade”, afirma.
Com base em suas próprias experiências de superação e rotina, as alunas que hoje trilham o caminho da formação superior compartilham as 5 principais estratégias para quem deseja seguir o mesmo caminho:
Identifique o seu “porquê” pessoal: A principal lição de quem volta a estudar é ter clareza do propósito. Seja para provar a si mesma que é capaz ou para mudar de área, as alunas reforçam que esse objetivo é o que dá forças para seguir em frente nos dias mais cansativos.
Escolha um modelo que respeite a sua história: Para quem tem jornada dupla, o ensino rígido pode ser uma barreira. A dica das alunas é buscar instituições que ofereçam flexibilidade real, permitindo que o estudo se encaixe na rotina da casa e do trabalho, e não o contrário.
Resgate a confiança aos poucos: Muitas brasileiras sentem medo de não acompanhar o ritmo após anos paradas. A estratégia compartilhada pelas alunas é começar com metas curtas e entender que o aprendizado é um processo gradual, respeitando o próprio tempo de adaptação.
Construa uma rede de apoio (em casa e no curso): Retomar os estudos exige reorganizar a rotina familiar. A dica é conversar com as pessoas ao redor sobre a importância desse projeto e, dentro do curso, interagir com outras mulheres que vivem desafios parecidos para trocar experiências.
Valorize cada pequena etapa vencida: Concluir um semestre ou uma disciplina é uma vitória. As alunas sugerem celebrar o progresso, lembrando que o diploma é a certificação de um conhecimento que traz autonomia e autoconfiança para todos os aspectos da vida.
Para o professor, o crescimento da procura por formação acelerada revela uma mudança na forma como a educação é percebida no país. “O diploma deixou de ser apenas um título acadêmico e passou a ser uma ferramenta concreta de transformação profissional. Muitas mulheres voltam a estudar com um objetivo muito claro de reposicionar a própria carreira”, afirma.
A proximidade do Dia Internacional da Mulher também reforça o debate sobre autonomia financeira e desenvolvimento profissional. O avanço de modelos educacionais mais flexíveis indica que, para muitas brasileiras, voltar a estudar deixou de ser um projeto distante e passou a ser uma estratégia real de mobilidade social e crescimento no mercado de trabalho, já que é possível conquistar o diploma em apenas 12 meses de estudo, conciliando assim casa, filhos e trabalho.
Sobre Tiago Zanolla
Tiago Zanolla é professor especializado em concursos públicos, com mais de 15 anos de experiência, mais de 2.000 aulas produzidas e mais de 2 milhões de alunos impactados ao longo da carreira. É referência nacional no ensino jurídico e administrativo para concursos de Tribunais, Ministério Público, carreiras policiais e órgãos federais, além de professor e coordenador de conteúdo na Estratégia Concursos.
Engenheiro de produção por formação, criou o sistema SER, Seleção do Conteúdo Essencialmente Relevante, metodologia baseada em dados aplicada à preparação para concursos. É autor do livro Ética no Serviço Público uma visão moderna, palestrante em inovação educacional e fundador da UFEM Educacional, edtech que conecta mais de 210 mil alunos a instituições reconhecidas pelo MEC.
A UFEM Educacional é um hub de educação 100% digital que conecta estudantes a instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação. Atua como marketplace educacional, oferecendo graduação acelerada, pós-graduação, cursos técnicos, cursos livres, EJA, mestrado e doutorado na modalidade EAD.
Com mais de 210 mil alunos na rede de ensino, a UFEM organiza o acesso à formação superior por meio de tecnologia, inteligência de dados e parcerias estratégicas com faculdades credenciadas, responsáveis pela emissão de diplomas e certificados registrados e verificáveis. O modelo reduz burocracia, encurta o tempo até o diploma e amplia o acesso ao ensino superior com conformidade regulatória e foco nas d
Historicamente associado à presença masculina, o setor de climatização começa a ganhar novas perspectivas com o avanço da participação feminina em funções técnicas e estratégicas. Atenta a esse movimento, a Fujitsu General do Brasil tem investido em iniciativas de capacitação voltadas para mulheres, buscando ampliar o acesso ao conhecimento técnico e incentivar a atuação feminina no segmento.
Desde 2019, a empresa realiza treinamentos exclusivos para mulheres, criados a partir da própria demanda das participantes. A proposta é oferecer um ambiente mais acolhedor para aprendizado, no qual elas possam tirar dúvidas, trocar experiências e aprofundar conhecimentos técnicos sobre instalação, manutenção e especificação de sistemas de ar-condicionado.
Nos treinamentos regulares da marca, a presença feminina também vem crescendo. Atualmente, as mulheres representam 10% dos participantes, número que evidencia o aumento do interesse por cursos técnicos de climatização. Ao longo dos treinamentos, é possível observar perfis variados: desde profissionais que atuam diretamente em campo realizando serviços técnicos até mulheres que trabalham nas áreas comercial, administrativa, de compras e vendas, além de aquelas que já coordenam equipes técnicas.
De acordo com a Fujitsu, um dos principais desafios ainda enfrentados pelas profissionais é a percepção histórica de que o setor é predominantemente masculino. Mesmo assim, a presença feminina vem se consolidando gradualmente e trazendo contribuições importantes para o mercado.
“As mulheres têm demonstrado um olhar muito atento para aspectos como qualidade, durabilidade e eficiência dos equipamentos, além de desempenharem um papel decisivo na orientação e recomendação de produtos. Essa participação contribui para elevar o padrão técnico do setor e fortalecer a relação de confiança com os clientes”, destaca Leandro Silva, coordenador de assistência técnica da Fujitsu.
Na edição mais recente do treinamento exclusivo, realizada no centro técnico da marca, participaram 28 mulheres. Durante as aulas, foram abordados temas como especificação técnica de equipamentos, apresentação do line-up de produtos, cálculo de consumo energético em kWh, seleção de sistemas multi split e testes de componentes.
Segundo a empresa, um dos principais resultados percebidos após os treinamentos é o aumento da confiança das participantes na apresentação e recomendação das soluções da marca. Além disso, as turmas exclusivas favorecem a troca de conhecimento entre as profissionais, criando uma rede de apoio e desenvolvimento dentro do setor.
Com centros de treinamento dedicados à qualificação técnica de instaladores e profissionais de climatização — como o espaço inaugurado recentemente no Rio de Janeiro, dentro da loja Clima Rio — a Fujitsu reforça seu compromisso com a formação de mão de obra especializada e com o fortalecimento do mercado no país
A empresa também avalia a ampliação de iniciativas voltadas ao público feminino, como a criação de novas turmas exclusivas e outras ações de capacitação, com o objetivo de incentivar cada vez mais a participação das mulheres no setor de climatização.
Elas trabalham no manejo de grandes espécies e estão à frente do cuidado diário de animais como tubarões, jacarés e sucuri
No Dia Internacional da Mulher, o Oceanic Aquarium em Balneário Camboriú (SC), destaca profissionais que mostram, na prática, que mulheres não só podem trabalhar com animais considerados perigosos, como fazem isso muito bem. Com preparo técnico, treinamento constante e protocolos rigorosos de segurança, elas estão diariamente no manejo de espécies como tubarões, jacarés e sucuri.
Camila Moraes é oceanógrafa e pelo menos três vezes por semana mergulha no habitat para alimentar os tubarões e as moreias. Além disso, ela também realiza a limpeza do recinto, atividade essencial para manter a qualidade ambiental e o bem-estar dos animais. O trabalho exige conhecimento profundo sobre comportamento animal, atenção permanente e domínio técnico para atuar com grandes predadores de forma segura.
Já as biólogas Bruna Oliveira e Edilene Brandli, enfrentam desafios que muitos consideram assustadores. Três vezes por semana, elas alimentam jacarés e ainda realizam a pesagem dos animais, procedimento fundamental para o acompanhamento da saúde e do desenvolvimento dos répteis. Cada etapa do manejo é planejada e executada com estratégia e segurança. Edilene também trata e condiciona as lontras.E você teria coragem de entrar no recinto da sucuri com mais de 4 metros? Pois a Julia Molina tem! A bióloga é responsável pela alimentação e limpeza do recinto da Celeste, que mora com algumas raias de água doce. O manejo da serpente exige atenção, preparo e experiência.
Você já se perguntou como funcionam os bastidores de um aquário gigante? Bárbara Rodrigues, bióloga, ocupa um cargo tão importante quanto os colegas de equipe. O trabalho dela é manter o SSV (Sistema de Suporte a Vida) funcionando e os mais de 350 mil litros de água dos aquários em perfeitas condições. O Sistema é um conjunto de equipamentos que mantém o aquário funcionando como um ambiente natural, garantindo água limpa, oxigenação, temperatura adequada e filtragem para a saúde dos animais.
A equipe técnica tem 18 especialistas, e onze são mulheres. E a Juliana Formágio, veterinária e Gerente de Operações Técnicas é quem comanda o time: “_A parte da igualdade é a gente poder ocupar os mesmos espaços, né? Então, os colaboradores, eles podem se destacar por suas características, suas competências, por suas áreas de interesse e não pelo gênero_”.
No aquário, elas mostram que lidar com espécies de grande porte e potencialmente perigosas não tem a ver com força ou gênero, mas com preparo, responsabilidade e paixão pela conservação. Além de profissionais qualificadas, elas são referência e inspiração para que outras mulheres ocupem, com orgulho, todos os espaços que desejarem
Olá!
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