Autor: Thiago Soares

  • ARTIGO – Estratégias de vendas em 2025: o que funcionou e como usar essa experiência para acertar em 2026

     

    Planejar e executar nunca foi tão desafiador quanto em 2025. Em um ano marcado pela consolidação da inteligência artificial aplicada ao comercial, pela hipercompetitividade dos mercados B2B e pela necessidade de margens mais saudáveis, vendedores e líderes precisaram equilibrar ambição com racionalidade, e poucos estavam preparados para isso.

    Os dados globais ajudam a ilustrar esse cenário. O relatório “The State of AI: Global Survey 2025”, da McKinsey, confirma que a adoção de IA generativa avançou de forma consistente em áreas como vendas, marketing e atendimento, especialmente no uso de análises preditivas, priorização de contas e automação de tarefas repetitivas.

    Já as tendências apresentadas pela Gartner para o futuro das vendas apontam que os compradores B2B estão cada vez mais migrando para jornadas digitais ou híbridas, reduzindo significativamente as interações tradicionais e exigindo do vendedor novas competências para atuar em ambientes multicanais.

    Em paralelo, a edição mais recente do relatório Salesforce State of Sales mostra que equipes de alta performance foram justamente aquelas que conseguiram combinar tecnologia, dados e relacionamento humano, usando IA como apoio estratégico, sem perder a personalização que sustenta a confiança do cliente.

    Com esse pano de fundo, o balanço de 2025 mostra muito sobre o que funcionou, o que fracassou e o que precisa ser corrigido para 2026. Mais do que analisar resultados financeiros, é essencial olhar para o comportamento das equipes, o papel da liderança e a maturidade das metas estabelecidas no início do ano.

    O que realmente deu certo

    Uma das constatações mais claras de 2025 foi a diferença entre metas desejadas e metas planejadas com base em coerência. Em várias empresas, a ambição de “bater recordes” permaneceu apenas no discurso porque a definição do objetivo não considerou capacidade operacional, maturidade do pipeline, tempo de ciclo, sazonalidade e composição da carteira.

    Os times que performaram acima da média foram os que trataram a meta como um cálculo de crescimento, e não como um sonho. Planejaram o ano com decomposição por mês, trimestre e quadrimestre, monitorando indicadores intermediários: etapa do funil, taxa de conversão, qualidade da oportunidade, tempo de resposta e preservação de margem. Quando houve desvio, houve correção. Quando houve avanço, houve reforço.  A meta deixou de ser um simples número e passou a ser um mecanismo de gestão.

    Outro fator determinante foi a disciplina profissional, um traço confirmado pela Salesforce. Os vendedores mais bem-sucedidos foram aqueles que dominaram profundamente o produto, se mantiveram dispostos a aprender e não encararam feedback como crítica, mas como método de evolução. Essa combinação — disciplina, aprendizado e colaboração — sustentou os melhores resultados do ano.

    Também se destacou a prática de analisar, regularmente, não apenas o volume vendido, mas a qualidade da entrega: quem preservou margem, quem ampliou ticket, quem abriu oportunidades estratégicas, quem sustentou recompra e quem, de fato, influenciou positivamente o ciclo comercial. O olhar individual e coletivo da equipe ajudou muitas empresas a reorganizarem prioridades e corrigirem assimetrias de desempenho.

    Tecnologia como aliada, não substituta

    Embora 2025 tenha sido o ano em que a IA se consolidou no processo comercial, o uso maduro da tecnologia mostrou maturidade apenas em parte do mercado. Empresas que compreenderam o papel da IA como suporte ao vendedor, e não substituição do vendedor, foram as que obtiveram maior impacto.

    Segundo a McKinsey, equipes que adotaram IA para triagem de leads, priorização de contas e análise preditiva economizaram em média 25% do tempo operacional. A Gartner reforça que a automação comercial se tornará padrão até 2026, e os times que já se adaptam colhem vantagens competitivas reais: previsibilidade, agilidade e melhor uso da inteligência humana.

    Mesmo com esse avanço tecnológico, uma constatação permanece: a ligação telefônica segue sendo o canal de maior conversão em vendas B2B, desde que executada com preparo. Em um cenário em que decisores estão cada vez mais ocupados, ganha tração quem domina o roteiro, contextualiza a dor do cliente, respeita o tempo do interlocutor e entrega clareza. O telefone não perdeu força. E sim ganhou exigência.

    Além disso, o fortalecimento do digital reforçou a importância da marca pessoal do vendedor. A construção de autoridade — seja por conteúdo, networking ou participação ativa em comunidades digitais — tornou-se um diferencial. O vendedor hoje é, literalmente, o cartão de visitas da empresa. E quem não se posiciona, desaparece.

    O que não funcionou

    Ao analisar o que foi planejado em janeiro e não se sustentou ao longo de 2025, duas falhas aparecem repetidamente. A primeira é a meta irrealista. Em muitas empresas, os objetivos foram definidos por desejo — “queremos faturar 10 milhões” — sem instrumentação adequada e sem correspondência estrutural. Também foi comum encontrar metas agressivas com times subdimensionados ou sem investimento em produtividade. A conta, como esperado, não fechou.

    O segundo grande ponto foi a liderança desconectada da execução. Lideranças que focaram apenas no número, mas não ofereceram apoio tático, treinamento, revisão de abordagem, análise de dados ou ferramentas adequadas criaram um ciclo de frustração. Em vários times, vendedores passaram o ano administrando rejeições e ineficiências, enquanto líderes, distantes da operação real, concluíam que o problema estava “na execução”. Esse descompasso minou motivação, previsibilidade e velocidade.

    O resultado foi visível: equipes com potencial, mas sem direcionamento técnico; vendedores cobrados, mas não desenvolvidos; ciclos longos; taxas baixas de conversão; e desperdício de oportunidades.

    Comportamentos que definiram a alta performance

    Entre os vendedores que se destacaram em 2025, alguns comportamentos foram recorrentes. O primeiro foi a disposição de aprender continuamente, com dados, erros, clientes e colegas. O segundo foi a proatividade em buscar feedback e participar de conversas de construção com liderança e pares. O terceiro foi a presença ativa no pipeline: esses vendedores não esperaram o funil andar – eles fizeram o funil andar.

    Esses profissionais também demonstraram organização acima da média, não apenas em agenda, mas em pensamento. Sabiam priorizar, sabiam ajustar abordagens, sabiam quando desistir e quando insistir. Essa maturidade relacional foi determinante para o fechamento de contratos mais complexos.

    Se existe um aprendizado coletivo que 2025 deixa para 2026 é este: não existe alta performance sem engajamento da equipe e sem liderança preparada. Isso não significa apenas motivar.

    Significa orientar, desenvolver, dar clareza, transmitir método, acompanhar indicadores, prover ferramentas e sustentar cultura de melhoria contínua. Também fica evidente que muitas empresas promoveram líderes sem preparo técnico. O resultado é um ciclo perigoso: líderes que não sabem ensinar, vendedores que não sabem melhorar, metas que não podem como ser alcançadas.

    Por outro lado, vendedores que não foram puxados para repertórios mais amplos — estudo, leitura, técnica, abordagem consultiva, uso de dados — naturalmente performaram abaixo de seu potencial. A lacuna entre capacidade e desenvolvimento segue sendo um dos maiores desafios estruturais do mercado.

    Em 2026, será indispensável:

    • Alinhar metas a um racional de crescimento claro;
    • Fortalecer a formação de líderes comerciais;
    • Consolidar o uso estratégico da IA;
    • Integrar marketing, vendas e pós-venda sob métricas compartilhadas;
    • Promover disciplina e cultura de execução;
    • Reforçar o papel humano no processo comercial.

    O ciclo de 2025, portanto, não apenas testou a maturidade das equipes de vendas: ele expôs a necessidade de integrar estratégia, método, tecnologia e liderança. A diferença entre o que foi planejado e o que deu certo se explica por disciplina, clareza, consistência e capacidade de ajuste. 

    Para 2026, a recomendação é clara: não planeje mais alto, planeje melhor. Com metas coerentes, liderança presente, tecnologia em favor do humano e times preparados, o desempenho deixa de ser flutuação e se torna estrutura.

    *Mari Genovez é especialista em vendas com mais de 14 anos de experiência em prospecção, negociação, planejamento estratégico e gestão de equipes comerciais. Reconhecida como Challenge Maker 2025, atua diretamente na capacitação e desenvolvimento de SDRs e vendedores, com foco em performance, consistência e conversão. É CEO da Matchez, aceleradora comercial que apoia empresas na estruturação e execução de estratégias de prospecção ativa. A Matchez ajuda negócios a aumentarem seu faturamento com processos eficientes, times mais preparados e geração contínua de oportunidades qualificadas. 

  • Com metro quadrado de R$ 300 mil e novo benchmark de valor global, Balneário Camboriú deve seguir na mira do capital brasileiro em 2026

    Com metro quadrado de R$ 300 mil e novo benchmark de valor global, Balneário Camboriú deve seguir na mira do capital brasileiro em 2026

    O mercado imobiliário do litoral norte de Santa Catarina (SC) encerra 2025 como líder incontestável no preço médio do metro quadrado no país e, além disso, como o pioneiro de um novo benchmark de valor global para um ativo imobiliário brasileiro. A negociação de apartamentos triplex em Balneário Camboriú, no edifício residencial que deve se tornar o mais alto do mundo, o Senna Tower, já alcança faixa de R$ 300 mil o metro quadrado, com unidades exclusivas que podem alcançar até R$ 300 milhões, segundo informações divulgadas pela construtora.

    A cifra recorde de R$ 300 mil o metro quadrado em negociações de um imóvel à beira-mar de Balneário Camboriú (SC), no gigante Senna Tower (que se projeta como o residencial mais alto do mundo), conforme informações divulgadas pela construtora FG, estabelece novo padrão de referência ao mercado brasileiro e legitima o alto valuation em todo o litoral norte catarinense. A liquidez e a estabilidade desse mercado, totalmente descolado dos ciclos de crédito tradicionais, têm fontes diversificadas: o capital do agronegócio, indústria, finanças, tecnologia, mineração e infraestrutura devem seguir na mira da cidade, conforme avalia o corretor Bruno Cassola, com quase 20 anos de experiência em investimentos imobiliários de luxo em Balneário Camboriú.

    A cidade litorânea se tornou o principal destino de diversificação e segurança patrimonial. “O cliente do high ticket é muito analítico, sempre estão ligados a bons investimentos e geralmente já possuem largas experiências e confiança no mercado imobiliário. Estão interessados no que o edifício pode proporcionar e ter um imóvel no prédio residencial mais alto do mundo é algo único. Além disso, o ativo precisa entregar segurança, altíssima qualidade e valores agregados como exclusividade e um estilo de vida compatível com o patamar de riqueza que ele representa. Balneário Camboriú é o refúgio para esse capital”, diz Cassola.

    “Balneário Camboriú, certamente, seguirá como a queridinha no Sul para investidores de diversos setores. Mas ainda mais forte e valorizada”, destaca o especialista.

    A prioridade destes empresários é a segurança, a privacidade e a qualidade de vida que os imóveis conferem. “O mercado imobiliário se tornou o ativo ideal para se proteger contra a inflação e contra as incertezas de um período pré-eleição, além de garantir liquidez e índices de valorização superiores à inflação”, explica Bruno Cassola.

    O corretor exemplifica a liquidez desse capital, com fechamento de venda de mais de R$ 20 milhões para um cliente em tempo recorde – no mesmo dia da apresentação do imóvel. Já a valorização é garantida pela escassez de terrenos e imóveis frente-mar, além da infraestrutura com mega projetos em andamento e em constante evolução. Balneário Camboriú ainda oferece infraestrutura urbana e de convivência, a beleza de suas praias, segurança e localização estratégica.

    A projeção de Bruno Cassola é que a valorização imobiliária na cidade catarinense e na vizinha Praia Brava de Itajaí, que se complementam, seja constante nos próximos anos. “A decisão de compra seguirá dominada pela entrega de um estilo de vida completo e pelos índices sustentáveis e históricos de valorização, além de proteção patrimonial. A cobertura do Senna Tower é a régua mais alta, mas já há vários empreendimentos com metro quadrado médio de R$ 100 mil”, complementa.

    Corretor premiado e especialista em investimentos de alto padrão, Bruno Cassola é referência nacional, oferece consultoria personalizada e análises sobre o mercado imobiliário de Balneário Camboriú e da Praia Brava de Itajaí. Mais informações em: https://www.brunocassola.com.br/.

  • SETCERGS e FEDERASUL promovem segundo encontro do Fórum de Debates sobre o futuro das rodovias no Rio Grande do Sul

    SETCERGS e FEDERASUL promovem segundo encontro do Fórum de Debates sobre o futuro das rodovias no Rio Grande do Sul

    Lideranças empresariais se reúnem nesta quarta-feira (4/2) para contribuir com sugestões ao modelo de concessões dos Blocos 1 e 2 com presença do Governo do Estado.

    O SETCERGS e a FEDERASUL realizam, no dia 4 de fevereiro, o 2º Encontro do Fórum de Debates SETCERGS | FEDERASUL, etapa decisiva do processo de diálogo sobre as concessões rodoviárias no Rio Grande do Sul.

    O momento marca a vez das forças vivas da sociedade apresentarem propostas propositivas ao Governo do Estado, contribuindo diretamente para o aprimoramento da modelagem das concessões já apresentadas.

    O evento acontece às 14h, na sede do SETCERGS, em Porto Alegre, e dá continuidade à agenda estratégica iniciada dia 21 de janeiro, que vem promovendo um espaço qualificado de diálogo entre o setor produtivo, entidades representativas e o poder público.

    Após um primeiro encontro voltado à análise técnica da modelagem apresentada pelo Governo do Estado para as concessões dos Blocos 1 e 2, esta segunda edição avança para uma etapa decisiva e propositiva. O objetivo é abrir espaço para que lideranças de todos os setores econômicos e entidades representativas apresentem contribuições ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul, colaborando diretamente para o aprimoramento da modelagem das concessões rodoviárias já propostas.

    O encontro será um momento de escuta ativa por parte do Governo do Estado, configurando uma oportunidade estratégica para que as lideranças da sociedade estejam presentes e se façam representar por meio da apresentação de suas sugestões e posicionamentos.A próxima agenda está prevista para o dia 25 de fevereiro, na sede do SETCERGS, quando o Governo indicará quais contribuições poderão ser incorporadas e de que forma.

    O presidente do SETCERGS, Delmar Albarello lembrou que as rodovias são estruturantes para o Estado e precisam ser discutidas com profundidade, dados e compromisso com a sociedade. O presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa afirmou que o Fórum é uma oportunidade concreta de alinhar interesses e construir soluções para o futuro do Estado.

    Com uma malha rodoviária que ultrapassa 150 mil quilômetros entre rodovias federais, estaduais e municipais, o transporte rodoviário é o modal dominante no Rio Grande do Sul, responsável pela maior parte do escoamento de cargas, incluindo produtos agrícolas e manufaturados.

    FÓRUM DE DEBATES SETCERGS | FEDERASUL

    Data: 4/2/2026 – quarta-feira

    Horário: 14h

    Local: SETCERGS – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no RS (Av. São Pedro, 1420 – Bairro São Geraldo – Porto Alegre)

    Créditos: Divulgação SETCERGS

  • Grupo Press reforça estratégia de verão com Ô Xiss no Planeta Atlântida 2026

    Grupo Press reforça estratégia de verão com Ô Xiss no Planeta Atlântida 2026

    Pelo terceiro ano, o Grupo Press marca presença no Planeta Atlântida 2026 com uma unidade do Ô Xiss instalada no camarote do festival. Ícone da comida de rua gaúcha, a marca leva ao maior evento de música do litoral do Estado seus produtos de maior giro — Xiss Salada e Xiss Calabresa — e apresenta como novidade desta edição o Cachorro do Xiss, desenvolvido para o consumo ágil característico de grandes eventos.
    A participação integra a estratégia do Grupo Press de posicionar suas marcas em ambientes de alta circulação e forte conexão com o entretenimento ao vivo, utilizando eventos de grande porte como plataformas de visibilidade, relacionamento e geração de receita durante a temporada de verão. A expectativa da operação é comercializar cerca de 5 mil lanches ao longo dos dois dias de festival, reforçando o potencial de escala da marca em eventos de grande porte.
    Em Porto Alegre, o Ô Xiss soma quatro unidades: a matriz, em operação há sete anos na Padre Chagas, além das lojas no Cais Embarcadeiro, na Avenida Fernandes Vieira e no BarraShopping Sul. Em 2024, a marca deu um novo passo em sua trajetória ao ingressar no modelo de franquias, ampliando seu potencial de expansão e consolidando-se como um negócio escalável dentro do portfólio do Grupo Press.
  • Own Club se revela em grande estilo na participação da Ownerinc no Paleta Atlântida 2026

    Own Club se revela em grande estilo na participação da Ownerinc no Paleta Atlântida 2026

     

    Jefferson Braga e Cristiano Ribeiro

    A Ownerinc reafirma seu protagonismo ao elevar o conceito de luxo em Gramado. Com a entrega do Own Time Home Club Gramado, prevista para o primeiro semestre de 2026, e o lançamento do Nest Mountain Lodge, a incorporadora dá vida ao Own Club

    A atmosfera vivida no Paleta Atlântida 2026 traduz, na prática, o espírito do Own Club. Em um lounge à beira-mar inspirado na elegância descontraída da Costa Amalfitana, a Ownerinc reuniu clientes, convidados e imprensa em um dos espaços mais disputados do evento. Sol, brisa do mar e boas conexões deram o tom de uma experiência marcada por gastronomia gaúcha autoral, drinks refinados, bebidas refrescantes e trilha sonora ao vivo. Entre os destaques, o menu preparado à brasa pela chef Arika Messa — que ganhou projeção nacional no reality Chef de Alto Nível (TV Globo, 2025) — dialogou com o Limoncello Paleta Spritz, drink exclusivo criado por Cristiano Ribeiro, além de performances musicais que completaram a vivência sensorial, como a playlist do DJ Lê Araújo e a batida do Grupo Samba Tri.

     

    Esse tipo de entrega exemplifica a proposta do Own Club,que mais do que um programa de vantagens, nasce como uma plataforma de relacionamento, criada para conectar proprietários a experiências genuínas. O clube oferece acesso privilegiado a roteiros autorais, endereços gastronômicos criteriosamente selecionados e um serviço de concierge alinhado à alta sofisticação, sempre com curadoria e olhar sensível para os detalhes. Para dar vida a essa proposta sensorial, a Ownerinc aposta na expertise de Cristiano Ribeiro, sommelier, empresário e produtor de vinhos em Gramado, que assume a curadoria do clube com a missão de traduzir o luxo em sabores, encontros e vivências.

    Com uma trajetória de 25 anos no universo do vinho, Cristiano iniciou sua relação com a enogastronomia em 1997, durante sua passagem pelo Club Med, consolidando-se posteriormente à frente da enoteca Mercadores de Vinhos e na formação de sommeliers pelo Senac. Desde 2016, também se dedica à produção de vinhos de mínima intervenção na vinícola familiar Arte Líquida. Ao lado da esposa, Cimara Dias, e da filha, Anita, o sommelier — que vive em Canela e mantém sua produção em Gramado — conquistou recentemente o reconhecimento de Melhor Vinho Branco do Brasil, com o Encruzilhada Chardonnay 2024, pelo Guia Adega Brasil 2026. É essa vivência profunda com o território, aliada ao olhar de quem conhece a região além do roteiro turístico convencional, queCristiano imprime ao Own Club a proposta de “quebrar expectativas” e oferecer aos proprietários dos empreendimentos da Ownerinc a experiência de viver a Serra Gaúcha como moradores locais.

    Segundo o curador, cada detalhe é pensado de forma personalizada. A experiência vai além de uma simples reserva em um restaurante: envolve recepções dedicadas, sugestões de menu e harmonizações previamente desenhadas de acordo com o perfil de cada grupo. Esse cuidado se estende a encontros exclusivos e eventos intimistas, que funcionam como extensões naturais da proposta do Own Club. Essa filosofia já havia se materializado em ações autorais promovidas pela incorporadora, como a participação no Paleta Atlântida 2025, em Xangri-Lá, e, recentemente, na edição 2026 do evento.

     

    DIXON Comunicação – Assessoria de Comunicação

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    Adriana Lampert – (51) 98412-8832 – adriana@dixoncomunicacao.com

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  • Bacardi transforma o Carnaval 2026 em experiências marcantes no Rio de Janeiro

    Bacardi transforma o Carnaval 2026 em experiências marcantes no Rio de Janeiro

    Bombay Sapphire, Grey Goose, Dewar’s e Patrón assinam ativações exclusivas que conectam qualidade, identidade e momentos de celebração

    São Paulo, janeiro de 2026 — A Bacardi marcará presença no Carnaval em 2026 com uma estratégia que posiciona as marcas de seu portfólio premium nos principais palcos da folia no país. No Rio de Janeiro, o gin Bombay Sapphire, a vodka Grey Goose, o whisky Dewar’s, e a tequila Patrón, assinam ativações exclusivas nos camarotes mais disputados da Marquês de Sapucaí.

    As ações acontecem no Camarote MAR e no Camarote Allegria, dois dos espaços mais exclusivos da Marquês de Sapucaí. As marcas ganham protagonismo por meio de bares especiais, experiências de mixologia, ativações digitais e presença de influenciadores convidados, conectando elegância e frescor ao espírito do Carnaval carioca.

    Bombay Sapphire conhecida pela valorização da beleza e da sofisticação, convida o público a vivenciar uma jornada sensorial. A marca também distribuirá brindes, como mini garrafas da versão original e leques personalizados. Já Grey Goose reforça sua mensagem de qualidade inigualável, traduzida em ótimos drinks e bons momentos nos camarotes, além da distribuição de bucket hats para o público. Ambas as marcas estarão presentes nos dois camarotes.

    Patrón leva sua tequila reconhecida pela qualidade e autenticidade ao Camarote Allegria, em drinks que valorizam o ritual de consumo e os momentos de celebração. A marca também contará com brindes exclusivos. Dewar’s, presente no Camarote MAR, convida o público à descoberta e à experimentação do whisky de forma descomplicada e celebrativa. Reconhecido como o Blended Scotch Whisky mais premiado do mundo, ele apresenta sua suavidade característica — resultado do processo de duplo envelhecimento — como um diferencial que potencializa essa experiência.

    Além das ações na Sapucaí, a Bacardi marcará presença em festas ao longo do período carnavalesco. No Rio de Janeiro, a marca participa de eventos confirmados em espaços icônicos como o Belmond Copacabana Palace, em iniciativa organizada pela Posh Club.

    “O Carnaval é um período de enorme relevância cultural no Brasil, e nossa presença reflete o compromisso da Bacardi em oferecer experiências de consumo que dialoguem com esse contexto de forma autêntica. Ao levar marcas como Bombay Sapphire, Grey Goose, Dewar’s e Patrón para os principais camarotes do Rio de Janeiro, buscamos nos conectar ainda mais com o público por meio de sofisticação, criatividade e momentos que valorizam a celebração em sua essência”, afirma Marcos Silva, Gerente de Marketing da Bacardi Brasil.

    A iniciativa integra a estratégia da Bacardi de ampliar a presença de seu portfólio premium nos principais palcos do Carnaval brasileiro, associando suas marcas a experiências memoráveis e a celebrações que traduzem o espírito da maior festa cultural do país.

    Sobre o Grupo Bacardi

    Fundada por Don Facundo Bacardí Massó, em Santiago de Cuba no ano de 1862, a Bacardi está na sua sétima geração da família a comandar a empresa. Com presença em mais de 170 países, a companhia tem um portfólio com mais de 200 marcas e rótulos, incluindo o rum Bacardi, líder de vendas e premiações no mundo; o gin Bombay Sapphire, líder mundial em sua categoria; e a vodka Grey Goose, líder na categoria super premium.