Autor: Bebeto Azevedo

  • A presença de Juliana Paes no universo da Dolce & Gabbana confirma algo que o mercado internacional já percebeu: o Brasil exporta beleza, carisma e sofisticação em nível global.

    A presença de Juliana Paes no universo da Dolce & Gabbana confirma algo que o mercado internacional já percebeu: o Brasil exporta beleza, carisma e sofisticação em nível global.

    A atriz brasileira, conhecida por sua elegância natural e forte presença pública, tem chamado atenção em eventos internacionais com produções marcantes da maison italiana. Não se trata apenas de vestir uma grife — trata-se de incorporar um estilo que celebra feminilidade, força e identidade cultural. E nisso Juliana entrega com autenticidade.

    A Dolce & Gabbana construiu sua assinatura estética baseada na exuberância mediterrânea, na alfaiataria impecável e na valorização da silhueta feminina. Rendas estruturadas, estampas florais intensas, transparências estratégicas e cortes dramáticos são marcas registradas. Quando essas características encontram a postura segura e a expressividade de Juliana Paes, o resultado é uma combinação de impacto.

    Em aparições recentes, a atriz optou por vestidos que destacam curvas com elegância, reforçando a proposta da grife: sensualidade com sofisticação. Nada excessivo, tudo calculado. A maquiagem marcante e o cabelo estruturado completam o visual com assinatura clássica, remetendo às divas italianas — uma referência recorrente nas coleções da marca.

    O que chama atenção é a coerência. Juliana não parece estar fantasiada de alta-costura. Ela veste Dolce & Gabbana com naturalidade. Isso acontece porque existe alinhamento de imagem. A marca valoriza mulheres fortes, intensas e protagonistas. Juliana construiu exatamente essa trajetória na televisão brasileira, interpretando personagens de personalidade marcante e grande apelo popular.

    Além do impacto estético, há também um movimento estratégico. A presença de uma atriz brasileira consolidada usando uma das casas de luxo mais influentes do mundo reforça o diálogo entre moda europeia e mercado latino-americano. É posicionamento. É expansão de influência.

    Moda, hoje, é comunicação de poder. E quando uma artista como Juliana Paes surge associada a uma grife do porte da Dolce & Gabbana, o recado é claro: o Brasil está inserido no circuito premium global.

    Sem exageros, sem esforço aparente — apenas presença. E presença, no universo do luxo, é tudo.

    Fotos: @pupindeleu.

  • Iguatemi Porto Alegre participa de nova edição da Semana do Cinema

    Iguatemi Porto Alegre participa de nova edição da Semana do Cinema

    De 5 a 11 de fevereiro, ingressos custam a partir de R$ 10

     

    O GNC Cinemas do Iguatemi Porto Alegre participa da nova edição da Semana do Cinema. De 5 a 11 de fevereiro, os ingressos das sessões matinês custam a partir de R$ 10. Para os demais horários, após às 17h, custam a partir de R$ 12 – a promoção não inclui as salas VIP. Para os clientes que aproveitarem a promoção, ainda há a vantagem de um combo especial de R$ 32, que inclui dois refrigerantes de 500ml e uma pipoca média.

  • Hilton Porto Alegre anuncia Luiz Santo como novo chef executivo

    Hilton Porto Alegre anuncia Luiz Santo como novo chef executivo

    Com passagem por cozinhas estreladas Michelin nos Estados Unidos e Nova Zelândia, o chef assume a gastronomia do hotel com foco em técnica, hospitalidade e valorização de ingredientes regionais

     

    O Hilton Porto Alegre inicia um novo capítulo na sua gastronomia com a chegada de Luiz Santo como chef responsável por comandar as cozinhas do hotel. Com uma trajetória marcada por experiências internacionais, passagens por restaurantes estrelados Michelin e atuação estratégica na hotelaria, o chef assume o desafio com a proposta de atualizar menus e criar experiências gastronômicas com propósito.

     

    Natural de Campo Grande (MS) e criado em Curitiba (PR), Luiz Santo trilhou um caminho pouco convencional até a cozinha profissional. Antes de se dedicar à gastronomia, formou-se em publicidade e trabalhou como diretor de arte, além de manter desde a infância uma forte ligação com a música. Foi para os Estados Unidos com o objetivo de seguir carreira musical e aos poucos a cozinha foi ganhando espaço na sua vida. Em Los Angeles, começou a se aproximar da cozinha de forma prática, inicialmente como uma alternativa para se manter financeiramente. Atuou em diferentes funções, como lavagem de louça e apoio no atendimento, enquanto conciliava a rotina de trabalho com a música. Durante esse período, viveu entre as duas áreas até perceber a necessidade de escolher um caminho profissional definitivo.

     

    A decisão pela gastronomia o levou a Nova York, onde começou a trabalhar profissionalmente em restaurantes e passou por diferentes formatos de operação, de diners e bagel shops a casas de alta gastronomia. Um dos marcos foi a passagem pelo Gramercy Tavern, do renomado Danny Meyer, um dos restaurateurs mais influentes dos Estados Unidos. “Foi ali que aprendi muitas técnicas e processos, muito do que aplico até hoje”, comenta.

     

    A experiência abriu portas para estágios em cozinhas de prestígio, incluindo a de Thomas Keller, no icônico Per Se, referência mundial da gastronomia contemporânea. Em 2009 seguiu para a Nova Zelândia, onde aprofundou sua formação em hospitalidade, gestão e serviços. “Foi lá que a palavra hospitalidade começou a fazer mais sentido para mim. Os restaurantes se transformam ao longo do dia e tudo é desenhado para trabalhar a favor do serviço. Esse entendimento de experiência foi o maior aprendizado”, afirma.

     

    De volta ao Brasil em 2011, o chef se formou pelo Centro Europeu, em Curitiba, e lançou o New York Cafe, projeto autoral que comandou por uma década. No espaço, desenvolveu processos e uma cozinha altamente técnica, baseada em fornos, tecnologia e métodos de preparo eficientes — uma característica que se tornaria diferencial em sua carreira. Após a pandemia, atuou como consultor e assumiu a gestão de Alimentos & Bebidas de uma rede hoteleira, ainda em Curitiba, antes de chegar ao Hilton.

     

    Identidade gastronômica e novos caminhos

     

    No comando da gastronomia do Hilton Porto Alegre, Santo define sua identidade como uma combinação entre base clássica e inovação. “Tenho uma formação muito sólida em cozinha italiana e francesa, mas uso tecnologia para revolucionar processos e apresentações. A cozinha italiana, pela simplicidade e respeito ao ingrediente, hoje me inspira muito”, revela.

     

    Técnicas da cozinha americana, como defumação e trabalho com carnes, também fazem parte do repertório do chef, aplicadas a ingredientes brasileiros e a cortes menos convencionais. “Gosto de trabalhar com cortes diferentes, apresentando uma nova perspectiva e experiência”, explica.

     

    De acordo com o chef Santo, o público pode esperar mudanças significativas nos menus do hotel. A proposta é atualizar todas as frentes de A&B, com conceitos bem definidos para cada operação. No POA Bistrô, a cozinha se apresenta de forma delicada e contemporânea, com pratos pensados para conduzir os clientes por uma experiência gastronômica sensível e precisa. No room service, o caminho é outro: receitas que acolhem, baseadas em clássicos da hotelaria, revisitados com rigor técnico e uma estética atual, alinhada ao conforto da experiência de hospedagem”, detalha.

     

    A valorização da gastronomia local também está no radar do chef, alinhada à proposta de identidade e autenticidade do hotel.

     

    Propósito, processos e legado

     

    Mais do que criar pratos, Santo acredita na construção de um legado baseado em propósito e clareza de processos. “O legado que permanece é o de uma experiência claramente definida, quase filosófica, na qual cada decisão faz sentido e cada gesto encontra propósito. Um ambiente em que todos compreendem o porquê dos processos e passam a atuar como guardiões dessa cultura”, comenta.

     

    Para o chef, cozinhar é, acima de tudo, um ato de servir. “Eu acredito que a culinária é servir, e servir é nutrir. “Mesmo sendo uma pessoa com um raciocínio extremamente técnico na cozinha, eu acredito que a culinária é servir, e servir é nutrir. Isso é o que gera experiências e uma troca de energia que transforma o simples ato de comer”, finaliza.

    Chef Luiz Santo – 1
    Chef Luiz Santo_Retrato – 1

     

     

     

     

     

     

     

     

     


    Mais informações sobre o hotel:

    https://hiltonportoalegre.com.br/

    @hiltonportoalegre

  • O retorno do artesanal na moda de luxo

    Valorização do feito à mão, do tempo de produção e do cuidado nos processos

    Em um cenário marcado pela aceleração do consumo e pela produção em larga escala, o luxo contemporâneo começa a trilhar um caminho inverso. O artesanal reassume protagonismo como resgate nostálgico, e também como resposta direta à padronização excessiva e à lógica do imediatismo. No centro desse movimento está a valorização da técnica e da atenção dedicada a cada etapa do fazer.

    Peças desenvolvidas manualmente carregam atributos que escapam à produção industrial: identidade, singularidade e intenção. Cada detalhe revela escolhas precisas, domínio do ofício e um olhar apurado sobre a matéria-prima. O artesanal, nesse contexto, não busca a perfeição mecânica, mas uma excelência construída a partir do gesto humano e do cuidado contínuo. “O artesanal resgata o valor do tempo e do cuidado, algo que o consumo acelerado acabou deixando em segundo plano. No luxo, cada escolha importa: o material, o processo e o ritmo de produção”, comenta Renata Braga, cofundadora e diretora comercial da Homem do Sapato.

    É nesse movimento que surge o Estúdio, nova marca de luxo da casa, concebida como um espaço onde o processo é tão relevante quanto o produto final. Cada peça é desenvolvida artesanalmente, respeitando o tempo necessário para que forma, acabamento e funcionalidade se encontrem em equilíbrio. “Quando o feito à mão volta ao centro, ele devolve identidade às peças e cria uma relação mais consciente entre quem produz e quem consome”, completa Renata.

    No Estúdio, o luxo se manifesta nos detalhes: costuras precisas, materiais selecionados e acabamentos minuciosos dão forma a uma estética essencial e atemporal. São criações pensadas para atravessar o tempo, tanto em durabilidade quanto em linguagem, dialogando com um consumidor que associa sofisticação à escolha consciente, e não ao excesso.

    Mais do que uma tendência, o retorno do artesanal aponta para uma mudança de comportamento. Um novo modo de consumir, vestir e se relacionar com os objetos do cotidiano. No luxo atual, saber de onde vem, como é feito e por que existe tornou-se parte fundamental do valor de uma peça.

  • Carnaval 2026: Rio vive domingo de estreias históricas com Ivete Sangalo e Ana Petkovic em diferentes pontos da cidade

    Carnaval 2026: Rio vive domingo de estreias históricas com Ivete Sangalo e Ana Petkovic em diferentes pontos da cidade

    O último domingo de pré-carnaval no Rio de Janeiro foi marcado por estreias de peso e uma ocupação feminina histórica nas ruas. Enquanto o Centro da cidade recebia o megabloco de Ivete Sangalo, a orla de Ipanema foi palco de um manifesto de alegria e conscientização com o debut do Bloco Maravilhosas. O coletivo, que contou com a participação estratégica da cantora e musicista Ana Petkovic, confirmou a força do conceito CarnaFunk em um desfile que uniu música, segurança e o protagonismo das mulheres.

    Idealizado pela cantora Mariah Marini, o bloco nasceu com o propósito de oferecer uma experiência de folia baseada no respeito mútuo e no enfrentamento à violência contra a mulher. Com frases como “Não é não” e “Violência é crime” ecoando pelo Posto 10, o cortejo provou que diversão e segurança são indissociáveis.

    A Vibe de Ipanema e o Sucesso do CarnaFunk

    Ana Petkovic, um dos nomes mais aguardados entre as convidadas especiais, trouxe para o asfalto a energia de sua fase mais madura e solar. Para a artista, a experiência foi a consagração de um trabalho que começou no show da virada e agora encontra eco na liberdade do Carnaval de rua.

    “A vibe em Ipanema foi simplesmente incrível. Ver o público abraçar o conceito do CarnaFunk e respeitar o espaço de cada mulher ali presente é o que torna o nosso Carnaval único”, afirma Ana Petkovic. “Estrear ao lado de mulheres tão potentes no mesmo dia em que o Rio recebe ícones como Ivete Sangalo, mostra que estamos no caminho certo para um 2026 inesquecível”.

    Espaço de Conscientização e Folia Inclusiva

    Diferente de outros blocos tradicionais, o Maravilhosas destacou-se por sua curadoria atenta ao acolhimento do feminino. Embora focado no protagonismo das mulheres, o desfile acolheu homens que compartilham o compromisso com uma convivência segura. A presença de Ana Petkovic reforçou essa identidade contemporânea, unindo sua técnica musical, que transita entre o pop internacional e a batida urbana, à mensagem de respeito que norteia o coletivo.

    “O bloco nasce para celebrar as mulheres. É um cortejo atento para enaltecer e acolher o feminino e lembrar que não é não”, declarou Mariah Marini, idealizadora do projeto.

    Saldo Positivo e Olhar para o Futuro

    O sucesso do Bloco Maravilhosas consolida Ana Petkovic como uma das figuras mais versáteis da nova cena pop-brasileira. Encerrado sob aplausos na orla, o desfile deixou claro que o Carnaval de 2026 começou com o pé direito. Mas a maratona da artista está longe do fim.

    Aproveitando o fôlego da estreia, Ana Petkovic já convida o público para sua próxima parada oficial, onde sua história pessoal e a paixão carioca se encontram. No dia 20/02/2026, a artista marca presença no Bloco Urubu Malandro do Essência, no Largo de São Francisco da Prainha. Filha do ídolo rubro-negro Dejan Petkovic, Ana celebra a tradição no bloco mais alegre do Centro da cidade, reforçando que seu Carnaval é feito de pluralidade, ritmo e muita raiz.

    Créditos: MF Press Global

    Créditos: MF Press Global
    Créditos: MF Press Global
    Créditos: MF Press Global
  • Entre telas, sonhos e conflitos: série Fragmentos do Cotidiano mostra a nova dinâmica das famílias conectadas

    Entre telas, sonhos e conflitos: série Fragmentos do Cotidiano mostra a nova dinâmica das famílias conectadas

    Com gravações previstas para fevereiro em Porto Alegre, a produção contará com a participação do streamer gaúcho Poderoso Bagual, conectando a narrativa ao mundo real

    Em um cenário cada vez mais marcado pela presença das telas, das redes e das novas formas de trabalho, a série Fragmentos do Cotidiano – o que o chat não vê surge como um retrato sensível e contemporâneo das transformações que atravessam as famílias brasileiras. Produzida de forma independente pelo Cine Criadores, a obra propõe uma reflexão atual e necessária ao abordar os conflitos, tensões e descobertas provocados pelo streaming e pelas novas profissões digitais. As gravações da primeira temporada começam em fevereiro, em Porto Alegre, com a participação do streamer gaúcho Leonardo Biazon, conhecido como Poderoso Bagual.

    Fragmentos do Cotidiano nasce para colocar luz em um conflito real dentro de muitas casas: quando o sonho de um jovem vira profissão, mas ainda não é reconhecido como trabalho. A série fala de afeto, choque geracional, escolhas e pertencimento, com linguagem contemporânea e uma verdade muito brasileira”, afirma o diretor Rodrigo Castelhano. Com produção executiva de Fabiano Biazon e Mateus Ahlert, e um elenco formado por dez atores, a série aborda temas presentes na vida de muitas pessoas: o choque entre gerações, a busca por validação, a pressão por “carreiras tradicionais”, a ansiedade em relação ao futuro e a construção da identidade em um mundo onde trabalho, autoestima e performance social se misturam — especialmente quando a carreira acontece diante de uma câmera, em tempo real, com audiência, métricas e julgamento público. Com lançamento previsto para maio, Fragmentos do Cotidiano – o que o chat não vê já nasce com fôlego de continuidade, prevendo cinco temporadas para acompanhar a evolução dos personagens e ampliar o debate sobre escolhas profissionais, relações familiares, cultura digital, juventude e economia criativa.

    PODEROSO BAGUAL

    A primeira temporada contará com a participação do streamer gaúcho Leonardo Biazon, conhecido como Poderoso Bagual, conectando a narrativa ao mundo real e reforçando a autenticidade do projeto ao aproximar linguagem e público. Sua presença fortalece o apelo cultural e de audiência, além de valorizar talentos do Sul no cenário nacional. “Fragmentos do Cotidiano fala de uma realidade atual: quando o sonho de um jovem vira profissão, mas a família ainda não sabe como enxergar isso”, afirma Leonardo. Atualmente, o streamer mantém uma rotina profissional estruturada. Após anos de lives diárias de 10 a 12 horas, ele transmite de segunda a sexta-feira, com média de sete horas por dia, contando com suporte de equipe para moderação e edição. Sua estética é direta e autêntica, sem excesso de produção.

    As gravações de Fragmentos do Cotidiano– o que o chat não vê terão como cenário a cidade de Porto Alegre, valorizando diferentes paisagens e identidades da capital gaúcha. Entre as principais locações estão o bairro Moinhos de Vento, onde vive a personagem Sophia com sua família e atua como diretora de um hotel, e a região da Orla do Guaíba, um dos principais cartões-postais da cidade. Ao explorar esses espaços, a série coloca Porto Alegre em evidência, destacando suas belezas naturais, sua arquitetura e sua atmosfera urbana, integrando a paisagem local à narrativa e fortalecendo a conexão entre história, território e identidade cultural.

    Mais do que entretenimento, Fragmentos do Cotidiano – o que o chat não vê propõe impacto social. Ao dialogar com um público que vivencia — ou observa dentro de casa — os desafios das carreiras digitais, a série abre espaço para reflexões sobre respeito, escuta, saúde emocional, expectativas familiares e o direito de sonhar com novas formas de existir e trabalhar.

    CINE CRIADORES

    O Cine Criadores nasce como um movimento de inovação dentro do audiovisual independente, conectado à economia criativa e à urgência de criar novas portas de entrada para talentos em desenvolvimento. “Em um mercado que cresce, se diversifica e se reinventa a cada temporada, ainda existe um obstáculo estrutural que atravessa praticamente todas as áreas criativas: a experiência prática. Ela pesa — e muitas vezes pesa mais do que qualquer certificação. Não por falta de capacidade, mas pela falta de oportunidade real de vivência, set, rotina, direção, gravação e entrega”, afirma o produtor Fabiano Biazon.

    Streaming não é só entretenimento: é cultura, trabalho, economia criativa — e também conflito, cobrança e reinvenção”, diz Mateus Ahlert, produtor do projeto. O Cine Criadores se consolida, assim, como um projeto que combina inovação e propósito, atuando na interseção entre audiovisual, cultura, formação prática e economia criativa. Uma iniciativa que entende que o futuro do mercado não depende apenas de tecnologia ou tendência, mas de pessoas: diversidade de histórias, territórios, vivências e oportunidades reais para criar, trabalhar e crescer.  “Quando a parceria é genuína, ela vira ponte: conecta comunidade, cultura e oportunidade real”, afirma Marcelo Zingalli, manager de parcerias e relacionamento.