Autor: Bebeto Azevedo

  • Muito além da mamografia: Plano Brasil Saúde aposta em cuidado integral

    Muito além da mamografia: Plano Brasil Saúde aposta em cuidado integral

    Campanha Outubro Rosa reforça a importância do diagnóstico precoce, enquanto a empresa amplia a discussão para prevenção, bem-estar e acompanhamento completo da saúde da mulher

    O Outubro Rosa marca um momento de conscientização sobre o câncer de mama no Brasil e no mundo. Com a nova recomendação do Ministério da Saúde de realizar a mamografia a partir dos 40 anos, o diagnóstico precoce se torna ainda mais relevante. No entanto, a atenção à saúde da mulher precisa ser completa: prevenção, estilo de vida saudável e programas de cuidado integral são determinantes para reduzir mortes e garantir bem-estar pleno.

    De acordo com levantamento parcial do Plano Brasil, entre janeiro e setembro deste ano, mais de 500 mamografias foram realizadas em apenas 11 municípios baianos. Com a campanha do Outubro Rosa em andamento, a expectativa da empresa é que esse número dobre até o fim do mês.

    Os dados nacionais sobre a ocorrência da doença reforçam a urgência do tema. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, para o triênio 2023-2025, ocorram cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil, com uma taxa ajustada de aproximadamente 41,9 casos por 100 mil mulheres. A mortalidade também cresceu de forma preocupante: entre 2000 e 2022, passou de 9,4 para 17,5 óbitos por 100 mil mulheres, um aumento de 86,2%.

    Outros tipos de câncer também representam risco significativo para as mulheres. O câncer do colo do útero é o terceiro mais incidente no país, com 17.010 novos casos por ano estimados para o triênio 2023-2025. Já o câncer colorretal deve registrar aproximadamente 23.660 novos casos em mulheres por ano no mesmo período.

    Para a empresa, esses números reforçam que a prevenção deve ser abordada de forma integral. Isso inclui educação em saúde, acesso ao autocuidado, realização de exames clínicos regulares e atenção a sinais de alterações no corpo — ou seja, ir além da mamografia.

    Essa abordagem também envolve ampliar o acesso a exames preventivos, como Papanicolaou, colonoscopia, rastreamento de câncer colorretal e vacinação contra HPV. Além disso, é fundamental incentivar estilos de vida saudáveis, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do peso e consumo moderado de álcool.

    Outro ponto essencial é a atenção multidisciplinar, incluindo acompanhamento psicológico, ginecológico, endocrinológico e de outras especialidades, garantindo um cuidado completo e integrado para a saúde da mulher em todas as fases da vida.

    “Para nós, a saúde da mulher não pode ser vista de forma fragmentada. O Outubro Rosa é um marco importante, mas nosso compromisso vai além: queremos apoiar as mulheres em todas as fases da vida, promovendo prevenção, cuidado integral e acesso a informações de qualidade para que cada uma possa viver com mais saúde e bem-estar”, destaca Paulo Bittencourt, CEO do Plano Brasil Saúde.

    O diagnóstico precoce salva vidas, mas só é realmente eficaz quando integrado a uma rede de suporte contínuo, comprometida com o bem-estar físico, mental e social da mulher. O Plano Brasil Saúde reforça seu compromisso de participar desse movimento ampliado, propondo ações sustentáveis e efetivas, focadas na saúde integral feminina.

    Sobre o Plano Brasil Saúde

    O Plano Brasil Saúde é especializado em gestão de saúde corporativa e oferece planos empresariais. Com o início das suas atividades em 2020, a empresa já conquistou 50 mil vidas nos planos médico-hospitalar e odontológico, com foco na Atenção Primária à Saúde. Com nota máxima no Monitoramento de Garantia de Atendimento, realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a healthtech se destaca pelo atendimento humanizado e próximo. Além disso, proporciona diversos benefícios para as empresas contratantes, como: Redução do absenteísmo; Melhoria do clima organizacional; Diminuição de custos abusivos e desperdícios; Otimização da utilização do plano de forma inteligente, sempre voltada para o bem-estar do usuário.

    Acesse e saiba mais em: www.planobrasilsaude.com.br

  • Saúde mental e espiritualidade podem caminhar juntas, explica especialista

    Saúde mental e espiritualidade podem caminhar juntas, explica especialista

    As interações, muitas vezes superficiais, não preenchem a necessidade humana de conexão genuína e propósito

    O cenário da saúde mental no Brasil é preocupante. Dados recentes da Fiocruz (2023) revelam que um em cada cinco brasileiros faz uso contínuo de medicamentos psicotrópicos, número que expõe a fragilidade emocional do país. Mais do que ansiedade ou depressão, cresce um sentimento ainda mais difícil de tratar: a solidão e o vazio existencial.

    Para a numeróloga cristã Déborah Fischer, o mundo hiperconectado por telas e redes sociais intensifica esse paradoxo da solidão. “As interações, muitas vezes superficiais, não preenchem a necessidade humana de conexão genuína e propósito. Pelo contrário, aumentam a ilusão e a comparação, fazendo muitos acreditarem que os outros vivem vidas perfeitas”, observa. Nesse contexto, cresce a busca por alternativas que vão além da medicina tradicional.

    Fé,numerologia e reprogramação quântica: novas ferramentas para um antigo desafio

    A procura por propósito e equilíbrio impulsiona abordagens que unem espiritualidade e autoconhecimento. Déborah Fischer é uma das vozes que se destacam nesse movimento e defende que a fé é o alicerce fundamental para a cura emocional.

    “A fé nos dá uma base sólida para enfrentar as tempestades da vida. É a certeza de que não estamos sozinhos e de que existe um plano maior”, afirma.

    Além da fé, Déborah utiliza ferramentas como a numerologia, que mapeia talentos, desafios e missão de vida, e a reprogramação quântica, técnica que atua no subconsciente para liberar crenças limitantes e instalar novos padrões de pensamento.

    Encontrando equilíbrio e propósito
    Segundo Fischer, muitas pessoas procuram tratamentos alternativos mesmo tendo uma vida aparentemente estável. “Elas têm tudo, mas não sentem nada. O que buscam é um sentido para o sofrimento, uma luz no fim do túnel.”

    Ela reforça que essas práticas não substituem acompanhamento médico ou psicológico, mas atuam como complemento valioso. “A combinação entre fé, autoconhecimento e propósito se mostra uma resposta poderosa diante da crescente epidemia de vazio existencial no Brasil.”

    Serviço: Déborah Fischer
    Numeróloga Cristã, Especialista em Reprogramação Quântica
    55 11 93470-9855
    @eusoudeborahfischer
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