Autor: Leci da Silva

  • Grávidas no ambiente de trabalho: como empresas podem apoiar mulheres durante a fase da gestação

    Grávidas no ambiente de trabalho: como empresas podem apoiar mulheres durante a fase da gestação

    Muitos desafios e dificuldades que as grávidas encontram não são por conta da gestação em si, mas sim, devido às condições de trabalho impostas por alguns empregadores. “Embora a legislação garanta os direitos das mulheres nesse período, muitas organizações não fornecem o apoio adequado”, diz Aliesh Costa, CEO da Carpediem RH. Segundo a especialista, o problema pode ocorrer por conta da falta de comprometimento, desconhecimento sobre o assunto e, até mesmo, atitudes discriminatórias. “A inexistência de suporte às gestantes pode gerar uma série de consequências desfavoráveis para ambos os lados; por isso é tão importante esta adequação das empresas”, alerta Aliesh.

    Conforme explica Aliesh, quando estes lapsos acontecem, a colaboradora pode sofrer estresse emocional e problemas de saúde, podendo até mesmo ter que se afastar precocemente do local de trabalho. Por seu lado, a empresa pode enfrentar queda de produtividade e descontentamentos, com alto risco de se deparar com a repercussão de uma imagem negativa no mercado.

    Por isso, a especialista recomenda que as empresas assumam o protagonismo e se comprometam em gerar saúde e bem estar para as grávidas. “Além de seguir os protocolos, o ideal é criar uma cultura inclusiva no ambiente de trabalho, que reflita valores como honestidade, parceria e humanidade com suas colaboradoras”, diz Aliesh.

    Mas, como sair da teoria e assumir uma postura de fato acolhedora?  A CEO da Carpediem explica que as necessidades da gestante variam de mulher para mulher. “Mas, certamente todas precisam de apoio”, diz ela, aproveitando para listar algumas ações que podem ser adotadas para uma melhor conduta da empresa com a gestante. Veja a seguir:

    Garanta estabilidade. É essencial que mulheres se sintam seguras com seus empregos durante o período da gravidez. A  fase da gestação costuma ser estressante, por isso, as incertezas em relação ao emprego podem agravar o quadro. “O ideal é que a empresa garanta estabilidade”, recomenda Aliesh Costa. “Isso pode ser feito por meio de conversas com os superiores e com o RH. É importante que a colaboradora seja orientada sobre seus direitos; e por seu lado, a  empresa deve ser receptiva e estar disponível para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir”, conclui.

    Flexibilidade com horários. Gestantes precisam cumprir exames de pré natal e, além disso, podem enfrentar enjoos ou ter episódios de mal estar. Por isso, é interessante que a empresa seja mais flexível com as colaboradoras nesse período. “Uma possibilidade é adotar o modelo de trabalho híbrido nesta fase, quando possível. Mas caso não seja, a compreensão deve vir na forma de horários adaptados à nova rotina da mulher”, diz a especialista.

    Adaptações do ambiente. Pequenas alterações no local de trabalho vão fazer toda a diferença para uma jornada de trabalho produtiva, com o acolhimento necessário. “Como consequência, a tendência é haver maior produtividade também”, conta Aliesh. Segundo a especialista, as grávidas são plenamente capazes de executar seu trabalho como sempre fizeram antes da gestação, mesmo com alguns desconfortos por conta das mudanças naturais da fase. “Evitar que gestantes fiquem de pé por muito tempo, ou criar adaptações como introduzir cadeiras ergonômicas para elas, por exemplo, são alguns exemplos do que a empresa pode fazer”.

    Programa de gestante. Para as organizações assumirem de fato um papel de protagonismo durante a fase de gestação de suas colaboradoras, o ideal é que se antecipem e disponibilizem um programa de apoio às grávidas. Aliesh aponta que diversas ações podem ser tomadas a fim de apoiar a mulher durante esse período. A especialista lista alguns exemplos, como oferecer orientações sobre saúde e cuidados na gestação; fornecer explicações sobre a postura inclusiva da empresa para acolher gestantes; deixar explícitos os benefícios relacionados à licença maternidade e, ainda, oferecer suporte emocional”, diz Aliesh, que considera que essas atitudes devem se estender também no retorno da licença.

    Sobre a Carpediem RH: sob o comando da CEO Aliesh Costa e do CFO Marcelo Farias, a Carpediem RH é uma das maiores empresas de RH do país e a consultoria pioneira no processo 100% digital. Com sede em São Paulo e filial em Guarulhos, a empresa dispõe de atendimento em todo o território nacional. A empresa oferece soluções completas em Recursos Humanos e celebra 13 anos de existência. Entre os serviços oferecidos estão recrutamento e seleção; gestão de colaboradores temporários, terceirizados, intermitentes e CLT (efetivos); pesquisa de clima e diagnóstico organizacional; avaliação psicológica e de desempenho; processo de integração; desenvolvimento de plano de cargos e salários; recrutamento e seleção de pessoas com deficiência (PCD’s); desenvolvimento e implementação de programas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I); treinamentos nas áreas de carreiras e empreendedorismo; executive search; coaching; hunting e implantação de Recursos Humanos. Saiba mais em: https://www.carpediemconsultoria.com/ Instagram: @consultoriacarpediem

  • Meio Ambiente: Fórmula vegana em embalagem mais sustentável é diferencial da Think Vegan

    Meio Ambiente: Fórmula vegana em embalagem mais sustentável é diferencial da Think Vegan

    A marca leva ao mercado produtos para cuidados capilares elaborados com ingredientes naturais, de fontes renováveis, envasados em plásticos biodegradáveis e de cana

    Neste ano, a ONU escolheu como tema da Semana do Meio Ambiente o combate à poluição plástica como principal tema de conscientização. O uso de embalagens mais sustentáveis também é uma das principais preocupações da Think Vegan, marca brasileira de produtos de beleza veganos.

    Para alinar com a proposta da marca, que é levar para o mercado produtos de cuidados capilares produzidos com mais ativos vegetais, sem aditivos químicos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente, a Think Vegan escolheu embalagens com resina plástica biodegradável, produzidas com matérias-primas naturais, que aceleram a sua decomposição.

    Os shampoos e condicionadores da Think Vegan utilizam frascos PET com pigmentos biodegradáveis. Já as bisnagas das máscaras capilares são de resina plástica I´m Green™, da Braskem, um polietileno que tem a cana-de-açúcar como matéria-prima, altamente renovável.

    “Estamos buscando constantemente novas alternativas para tornar os nossos produtos mais sustentáveis. Acreditamos que a performance, inovação e sustentabilidade são essenciais para a saúde e a preservação do planeta e dos consumidores”, afirma Nadim Elias Filho, CEO da Think Vegan

  • Racismo marca postagens nas redes sociais no mês de maio

    Racismo marca postagens nas redes sociais no mês de maio

    Durante o mês de maio, a temática de racismo se destacou como assunto central nas postagens de redes sociais. As menções foram principalmente sobre o ocorrido com o jogador do Real Madrid, Vinicius Junior, mas também diversos conteúdos de apoio e cobranças dos usuários para as marcas patrocinadoras se posicionarem.

    De acordo com um estudo da STILINGUE, plataforma líder em monitoramento e interação de conversas nas redes sociais, no dia 21 de maio, quando ocorreu a discriminação a Vini Jr durante o jogo do Real Madrid, em Valência, Espanha, 56% das publicações nas redes estavam relacionadas ao racismo sofrido em campo pelo atleta e as publicações sobre racismo associadas ao jogador cresceram 747 vezes em comparação ao dia anterior.

    As análises dos dados indicam um natural aumento de citações a Vini Jr. nos dias de jogos do Real Madrid nos campeonatos europeus, mas com grande viralização no domingo em que o jogador protestou contra os insultos racistas que recebia em campo.

    No dia seguinte à partida, 22 de maio, foi registrado o maior índice de repercussão do caso, representando quase 30% de todas as publicações relacionadas ao tema nos últimos 30 dias.

    Os dados referentes às publicações sobre racismo relacionadas ao jogador no último mês mostram como ele já tinha sua imagem associada aos insultos que recebia quando entrava em campo, reforçando a denúncia do próprio atleta de que as ofensas proferidas no dia 21 foram apenas o estopim de uma situação de racismo recorrente.

    As redes sociais foram o principal palco de apoiadores do jogador brasileiro e protestos contra o racismo, acumulando 77% das publicações. O Twitter se destacou com 55% das postagens, Facebook com 22%, seguido pelos portais de notícias com 11%, YouTube com 10%, Instagram com 1% e Blogs com 1% também.

    Marcas

    Apesar de uma relativa baixa menção nas redes, os patrocinadores do campeonato espanhol tiveram seus nomes lembrados pelos usuários, que cobraram um posicionamento diante dos repetidos casos de preconceito. Santander, Puma, EA Sports, BKT e Mahou foram algumas das marcas mencionadas.

    Além dos patrocinadores oficiais da La Liga, também foram registrados comentários dos patrocinadores do Real Madrid, como é o caso da Emirates, que também foi citada nas cobranças de posicionamento. “Ao analisar as marcas separadamente, vimos o quanto é importante as organizações monitorarem em tempo real as menções que recebem nas redes sociais e na mídia. Diversas marcas que não estavam relacionadas ao jogador ou a pautas racistas passaram a ser envolvidas e até mesmo cobradas depois do lamentável acontecimento do dia 21 de maio, evento relativamente previsível, uma vez que esse comportamento criminoso era recorrente, especialmente contra o Vinícius Jr.”, explica Menedjan Morgado, Head de Insights da STILINGUE.

    Racismo

    Os eventos em maio atuaram como catalisadores de discussões sobre o racismo, fazendo com que o período de 1º a 31 de maio apresentasse 17,2% mais publicações sobre o assunto do que no mês de abril. Os dias 21, 22 e 23 representaram, somados, mais de 50% das publicações sobre racismo do mês.

    Uma campanha que ganhou força foi a da Confederação Brasileira de Futebol, iniciada em 25 de maio, que saiu com o slogan “Com racismo não tem jogo”, e teve mais de 1.100 publicações registradas. A campanha foi reverberada por canais esportivos, que deram ênfase para apoio aos jogadores que sofrem ataques racistas dentro de campo.

    Fundada em 2014, em Ouro Preto (MG), a STILINGUE organiza em um só lugar as conversas derivadas das redes sociais, avaliações em sites e aplicativos, notícias, CRM e demais canais públicos e privados, para que marcas possam extrair relatórios, despertar insights e responder diretamente seus clientes, centralizando assim, toda sua estratégia de social media e comunidades, atendimento ao consumidor e inteligência de mercado em um só lugar. 

    Em 2022, a STILINGUE foi adquirida por Take Blip, empresa líder em interações inteligentes de comunicação entre marcas e consumidores em aplicativos conversacionais. As empresas agora unem o que há de mais relevante no mercado de comunicação: Inteligência Artificial e soluções conversacionais.

    Entre os clientes atendidos pela STILINGUE, estão grandes empresas e marcas que usam a plataforma diariamente para predizer movimentos, compreender comportamentos de comunidades, analisar inteligência competitiva e saúde de marca, gerenciar e prever crises, gerar insights, otimizar campanhas, entre outros casos de uso. A ferramenta integrada e colaborativa trabalha como um acelerador da transformação digital para organizações e departamentos de qualquer porte como marketing, atendimento ao cliente, comunicação, vendas, TI, relações com clientes e investidores, entre outros. 

    Saiba mais em stilingue.com.br.

  • A neurociência explica por que o amor é cego

    A neurociência explica por que o amor é cego

    Certamente, você já deve ter escutado essa expressão: “o amor é cego”. Saiba que é a mais pura verdade segundo explicações da Neurociência. E, nada melhor, do que entender o que passa pela cabeça dos apaixonados diante da proximidade do dia 12 de junho.

    O córtex frontal, parte cerebral responsável pelo julgamento e lógica, tem uma diminuição da ativação quando estamos apaixonados ocorrendo uma “suspensão no julgamento ou relaxamento dos critérios de julgamento pelos quais julgamos outras pessoas”. Ou seja, a sabedoria sempre esteve certa.

    Além dessa interessante descoberta, a neurociência traz outras. Por exemplo, que o estar apaixonado é quase o mesmo que estar viciado em drogas ou álcool. Em 2005, a antropóloga biológica Helen Fisher realizou um experimento com 2.500 estudantes universitários por meio de ressonância magnética funcional. O experimento provou que, quando os participantes olhavam fotos de seus amores, as áreas cerebrais ricas em dopamina – o neurotransmissor do bem-estar – eram ativadas.

    Isso significa que estar apaixonado libera altos níveis de dopamina, a qual é responsável por ativar o sistema de recompensa, o que torna o amor uma experiência prazerosa semelhante à quando as pessoas usam álcool. Por outro lado, os níveis do hormônio do estresse – cortisol – aumentam durante a fase inicial do amor para ajudar nosso corpo a lidar com a “crise” em questão. Resumidamente, segundo a neurociência, a paixão é viciante e estressante.

    Ainda, outras substâncias também fazem parte desse processo inicial do amor, como a ocitocina que faz com que os casais se sintam mais próximos e a vasopressina ligada ao comportamento que produz relacionamentos monogâmicos de longo prazo.

    Outra crendice popular, de que o amor está no coração, também tem certo sentido. O coração produz o hormônio ANF, que tem como um de seus efeitos inibir a produção do hormônio do estresse e produzir e liberar a oxitocina, hormônio produzido no cérebro. Ou seja, a ciência moderna nos dizia que todos os sentimentos residem no cérebro, mas, com essas descobertas, voltaremos à velha e romântica ideia de que o amor também está no coração….

    Outras pesquisas descobriram, com experimentos realizados com ratazanas, que o volume dos receptores de oxitocina e vasopressina são a principal diferença entre as ratazanas serem monogâmicas ou não. Eles compararam duas espécies – uma que é monogâmica e outra não – e ao bloquear na espécie monogâmica a vasopressina, ela apresentava um comportamento promíscuo.

    Interessante que a neurociência também mostrou que, se o amor dura, depois de aproximadamente dois anos, essa montanha-russa de emoções e até aquela angústia tradicional, se acalma. Enfim, a paixão ainda está lá, mas o estresse se foi. Ou seja, o amor, que começou como algo estressante (pelo menos para nossos cérebros e corpos), se torna então um amortecedor contra o estresse!

    Porém, isso não significa que a centelha do romance é extinta para casais de longa data. Tanto é que um estudo realizado na Stony Brook University, no estado de Nova York, descobriu que é possível estar perdidamente apaixonado por alguém mesmo depois de décadas de casamento. Pesquisadores da instituição fizeram exames de ressonância magnética em casais que estavam casados há anos. Foram encontrados, em casais com mais de 20 anos de relacionamento, a mesma intensidade de atividade em áreas do cérebro ricas em dopamina encontradas nos cérebros de casais que se apaixonaram recentemente. O estudo sugeriu que a emoção do romance pode permanecer enquanto aquele estado de tensão inicial é perdido. 

    Portanto, não duvide quando alguém falar que após 10 a 30 anos de casamento, ainda estão perdidamente apaixonadas por seus parceiros!

    Mas se não é seu caso, não precisa se desesperar: Para aqueles cujo casamento de longo prazo passou de um amor apaixonado e romântico para um tipo de amor mais compassivo e rotineiro, saiba que é possível reacender a chama. Muitas vezes, por conta do trabalho, filhos, doença, a atividade sexual diminui, mas se ela for retomada, pode aumentar os níveis de oxitocina e ativar o circuito de recompensa do cérebro, fazendo com que os casais se desejem mais.

    *Shirlei Camargo é mestre e doutora em Marketing pela UFPR, com formação em Design e especialização na FAE Business School. Também é mestranda em Neuromarketing na Escuela Superior de Comunicación y Marketing (ESCO), na Espanha.

  • Plástico pode oferecer facilidades ao setor do agronegócio

    Plástico pode oferecer facilidades ao setor do agronegócio

    De acordo com Rica Mello, líder da Câmara de Descartáveis e fundador do projeto Plástico Amigo, o material pode ser transformado em estufas e outras soluções de cultivo

    O plástico desempenha um papel fundamental na agricultura moderna, não apenas na proteção de insumos durante o transporte e na venda, mas também durante a fase de cultivo dos alimentos. 

    As estufas tipo túnel, por exemplo, produzidas em plástico de etileno-acetato de vinila (EVA), são capazes de prolongar a temporada de cultivo, protegendo as culturas agropecuárias do clima adverso e reduzindo a necessidade de água. Isso permite o cultivo de alimentos nutritivos a um baixo custo. 

    De acordo com Rica Mello, líder da Câmara de Descartáveis e fundador do projeto Plástico Amigo, as estufas confeccionadas em plástico podem ser mais resistentes e economicamente viáveis se comparadas aos materiais mais tradicionais, como vidro ou estruturas de metal. “O plástico utilizado na construção de estufas é geralmente leve, durável, resistente e pode ser moldado em diferentes formas e tamanhos conforme as necessidades apresentadas. Além disso, as estufas de plástico tendem a ser mais acessíveis em termos de custo de construção e manutenção. Podem, também, proporcionar um melhor isolamento térmico, permitindo o controle mais preciso da temperatura e umidade interna”, revela.

    Rica acredita que o plástico pode ser utilizado para os mais diversos fins na agricultura. “Além de ser frequentemente usado em estufas para criar um ambiente controlado para o cultivo de plantas, o material pode ser utilizado como cobertura para proteger os alimentos de elementos externos, como vento, chuva e insetos. Também pode ser adotado na fabricação de filmes agrícolas para ajudar a reter a umidade e regular a temperatura do solo, além de controlar o crescimento de ervas daninhas. Essas soluções tornam o plástico fundamental para aumentar a produtividade, economizar água e controlar pragas e doenças”, detalha.

    O especialista aponta ainda que os sacos utilizados para o armazenamento de grãos podem ser reciclados e transformados em novos produtos. “A reciclagem do plástico agrícola é essencial para garantir a sustentabilidade dessa indústria. Programas com essa finalidade estão surgindo para transformar resíduos em produtos reutilizáveis, como tubos de irrigação, bandejas de mudas, sacos de cultivo e até mesmo estruturas de estufas. Esses programas visam criar uma economia circular, garantindo o destino adequado para o plástico utilizado na agricultura. A coleta e a reciclagem de sacos de grãos, inclusive, estão sendo incentivadas para reduzir o desperdício e promover práticas sustentáveis no setor”, pontua.

    Para o líder da Câmara de Descartáveis, o plástico desempenha um papel importante na agricultura. “Com a gestão adequada dos resíduos e a implementação de programas de reciclagem, a indústria agrícola pode desfrutar dos benefícios desse material enquanto mantém altos padrões de sustentabilidade”, finaliza.

  • Dandara Black fecha parceria com Digital Pretas

    Dandara Black fecha parceria com Digital Pretas

    Seguindo o plano de expansão pelo Brasil, a marca gaúcha Dandara Black, pioneira e exclusiva para pele escura, fechou parceria com o coletivo Digital Pretas, voltado para o impulsionamento de mulheres pretas. O objetivo da parceria é apoiar as causas pretas. Nos dias 09 e 10 de junho de 2023, os produtos de dermocosméticos e cuidados com a pele negra poderão ser vistos no evento “Mulheres Pretas no Mundo dos Negócios”, no FEMETALMINAS, em Belo Horizonte. A marca leva consigo “Seja linda sem maquiagem”, com a finalidade de exaltar a beleza negra com estilo minimalista produzido de forma consciente/sustentável e “Clean Beauty” que são produtos conhecidos como Beleza Limpa, ou seja, sua rotina de Skincare livre de toxinas e preservantes artificiais.

                 A CEO das Digitais Pretas Néllys Corrêa empreendedora e escritora gaúcha apoia mulheres negras a impulsionarem seus projetos nas redes sociais. A consciência racial após os 40 anos foi essencial para que Néllys ajudasse outras mulheres pretas de Gramado (RS) e de outras regiões do Brasil a também se reconhecerem. A partir dessa descoberta decidiu criar uma plataforma para emponderá-las em todas as áreas da vida, mas em especial no trabalho. Assim, criou no dia 10 de dezembro de 2020 a Digitais Pretas, que significa o empreendedorismo digital que impulsiona, compartilha conhecimento, dá visibilidade e faz conexões entre mulheres pretas. As Digitais Pretas se transformaram em uma plataforma impulsionadora de negócios para mulheres pretas, tendo como objetivo fazer com que elas consigam ter acesso a cursos, workshops e informações sobre empreendedorismo. “É mais um importante passo da Dandara no processo de expansão da marca. É uma oportunidade concreta de nos conhecerem fora do Rio Grande do Sul”, afirma Luciane. A Skin Savers, para homens e mulheres, aposta na Nanotecnologia para uma maior absorção dos ativos de cada produto na pele, proporcionando resultados mais rápidos do que os cosméticos comuns disponíveis no mercado. Os produtos foram elaborados com ativos naturais, não testados em animais, sem uso de derivados do petróleo e os frascos são biodegradáveis, investindo na sustentabilidade e meio ambiente. “Durante anos, realizamos pesquisas buscando na natureza e na tecnologia compostos que pudessem proporcionar saúde, cuidado e beleza para a pele escura. Utilizando ativos selecionados e funcionais, aliados a inovação da Nanotecnologia e da Cosmetologia, criamos uma linha com alta eficiência dermocosmética”, afirma a Dra. Luciane.  Todos os produtos Dandara Black são aprovados e registrados pela ANVISA, comprovando segurança e transparência da marca para os consumidores. 

    Todos os produtos da Dandara Man (linha Skin Savers Man) e Dandara Black (Skin Savers – para mulheres) são vendidos pelo E-commerce (https://dandaracosmeticos.com.br), com entrega para todo Brasil. Além disso, é possível adquirir os dermocosméticos pelas redes sociais (instagram), além do   Whatsapp: (51) 99900-2650.

    DANDARA BLACK

    De Porto Alegre, é a primeira marca gaúcha de dermocosméticos para a pele negra. Nasceu da necessidade da criação de produtos específicos para o skin care deste fototipo. O nome da marca é uma homenagem à guerreira Dandara, que lutava ao lado do marido Zumbi dos Palmares contra a escravidão. Ela aparece em destaque no logo, com seu black adornado por uma flor criada com inspiração no símbolo africano adinkra “Bese Saka”, que significa riqueza, influência, abundância, plenitude, energia e poder!  Dandara Black é muito mais do que uma marca de dermocosméticos. Representa liberdade, cuidado e amor pela pele escura!

    COMO ADQUIRIR:

    Whatsapp: (51) 99900-2650

     Instagram: @dandara.black.cosmeticos

     Site https://dandaracosmeticos.com.br/