Autor: Leci da Silva

  • A árdua arte de educar e de ser pais.

    A árdua arte de educar e de ser pais.

    Quando olhamos para a educação do passado, vemos como a arte de educar e ser pais parecia ser mais fácil, simples e seguro. Atualmente, neste mundo competitivo, progressista, tecnológico e por muitas vezes injusto e convulsionado socialmente, em que vivemos, esta função parece ser difícil e desafiadora, tanto para os educadores quanto para os pais.

    Educar ou ser pais. Será está a questão? Ou será que ambas as premissas devem ser trabalhadas, polidas e desempenhadas com muito esforço e dedicação por aqueles que têm a nobre função de educar formalmente na Escola e moralmente, na Família?

    Segundo informações do “Vida e Psicologia”, o prazer de ver seu filho crescendo e mostrando, a cada dia, o que aprendeu de novo é algo indescritível! Porém a tarefa de formar uma criança, ensinando-a a lidar com as pessoas, com seus sentimentos e com uma realidade sempre nova, não é isenta de problemas e dificuldades. Aliás, é bastante comum a busca dos pais por orientação.

    O medo de errar, as diferentes opiniões entre pai e mãe e a opinião de outros familiares intensificam a ansiedade, bastante comum neste processo de educação.

    Algo que costuma ajudar é buscar informações a respeito das fases do desenvolvimento infantil. Desta forma, os pais poderão ter mais clareza dos comportamentos que são próprios de determinada idade, que só se transformarão em problemas caso não sejam conduzidos de maneira adequada.

    Por exemplo, demonstrações de agressividade como morder, por parte de crianças pequenas (até por volta de 2 ou 3 anos) é natural, pois elas não sabem ainda manifestar seus desejos através das palavras. Os pais precisam dizer: “não pode morder”. Desta forma, orientam seu modo de agir e impede que o comportamento se intensifique, a ponto de se tornar um problema.

    Agir com carinho, respeito e atenção com a criança é base para todo este processo transcorrer de forma harmoniosa e render bons resultados.

  • Ioga, uma arma contra depressão e a ansiedade

    Ioga, uma arma contra depressão e a ansiedade

    Estudo realizado pelo Instituto de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Unifesp demonstra que efeito da Yoga melhora qualidade de vida de seus praticantes. Depois de um dia estressante de trabalho ou de horas no trânsito, nada como relaxar em uma aula de yoga, não é mesmo? Parece que acalma e tranquiliza o corpo, a mente e o espírito. E não é que é isso mesmo? Um estudo realizado pela pesquisadora Thais Godoy, do Instituto de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), apontou resultados que demonstraram que os efeitos da Yoga melhoram sintomas do humor e da qualidade de vida dos praticantes. Além de deliciosa e relaxante, a aula ainda traz benefícios à saúde; que maravilha, não?

    O estudo verificou a eficácia da prática do Yoga como um recurso terapêutico, que pode ser utilizado como terapia complementar por qualquer indivíduo ou ainda como importante recurso nos tratamentos psicológicos ou psiquiátricos, indicados para qualquer tipo de problema comportamental.

    Segundo informa Maria Carolina Maia, redatora dos Amigos de Freud, o desenvolvimento de um programa de Yoga em um ambiente empresarial, como o executado neste estudo, sugere também que, ao melhorar a qualidade de vida dos funcionários, há melhora na produtividade da empresa. “O cálculo da amostra foi realizado partindo de um projeto piloto contendo 15 indivíduos de um grupo experimental de uma empresa e 15 no grupo de controle, que não realizou a prática”, afirma.

    Entre os diversos resultados obtidos, constatou-se que 68% dos indivíduos do grupo Yoga apresentavam índice mínimo de depressão, enquanto no grupo que não prática apenas 39% apresentaram tal melhora. Outro dado importante foi o grau de ansiedade do grupo Yoga que apresentou grau mínimo de ansiedade (7%), sendo que os indivíduos do grupo de controle apresentaram apenas 76%.

    Ainda de acordo com informações de Carolina Maia, na comparação dos dois grupos (que praticam e os que não praticam), foram constatados diferentes níveis de ansiedade, antes e depois da inserção do Yoga em suas vidas. Só para se ter uma ideia, o grupo que pratica Yoga começou com 24% no nível mínimo, 52% no leve, 20% no moderado e 4% no grave. Ao final de três meses, o resultado foi de 19% no nível mínimo, 6% no leve e nenhuma pessoa mais nos níveis moderado e grave. Desta forma, concluiu-se claramente que o grau de ansiedade das pessoas diminuiu drasticamente após as práticas.  Apesar dos bons efeitos obtidos com Yoga, a prática do Yoga deve ser encarada como uma arma complementar contra a depressão e a ansiedade e nunca como remédio único: Por Jornalista Leci da Silva.