Categoria: Nova Santa Rita

  • Nova Santa Rita realiza primeiro Fórum Municipal de Violência Contra a Mulher

    Nova Santa Rita realiza primeiro Fórum Municipal de Violência Contra a Mulher

    O auditório da Prefeitura de Nova Santa Rita foi a sede da primeira edição do Fórum Municipal de Violência Contra a Mulher. Organizado pela Coordenadoria da Mulher, na noite de segunda-feira (14), a atividade contou com a presença do prefeito Rodrigo Battistella, do secretário de Segurança Pública, Moacir Serpa Godoi, além da Brigada Militar (Patrulha Maria da Penha), Polícia Civil e do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim). 

    A programação integra a campanha Agosto Lilás, criada em referência à sanção da Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/ 2006), assinada no dia 7 de agosto e que este ano completa 17 anos. De acordo com Battistella, a ação desta segunda-feira serve para mostrar a preocupação existente no poder público com a mulher. “Criamos a coordenadoria para que pudéssemos implementar com eficiência um sistema completo, uma rede de apoio e de informação para todas aquelas que, de alguma forma, sofram com a violência doméstica”, expressa.

    O líder do Executivo diz que o trabalho da coordenadoria abrange todos os contos do município. “Trabalhamos com estratégias efetivas de prevenção e de políticas que garantam o empoderamento e a construção da autonomia das mulheres”, afirma. Segundo o prefeito, a informação é uma ferramenta importante nessa luta. “Conhecer os casos previstos é fundamental para que tanto as vítimas, como familiares e amigos, possam identificar as agressões e procurar ajuda, denunciar os crimes e romper com o ciclo de violência”.

    Frente ao trabalho no município, Daiane de Oliveira, mobiliza o público feminino, sempre levando a mensagem de que o lugar de cada uma delas é onde elas quiserem. “Nós trabalhamos no combate, prevenção, assistência e garantia dos direitos, ao lado da Polícia Civil, Brigada Militar e Comdim. Estamos aqui para orientar, para ouvir e para auxiliar aquelas que precisam”.

    O primeiro fórum, segundo ela, serviu para esclarecer dúvidas da comunidade a aproximar, ainda mais, as forças da segurança e aquelas que mais precisam. “Estamos muito felizes com a participação e a presença das pessoas. A programação teve objetivo de dar visibilidade ao tema e ampliar os conhecimentos sobre os dispositivos legais existentes e como auxiliar as mulheres que sofrem essas violências, esclarecendo sobre as diversas formas de violência doméstica, os direitos das vítimas e a necessidade da equidade de gênero”.

    Em caso de necessidade, além do 190, que é o telefone de emergência da Brigada Militar, o número 180 está disponível, gratuitamente, 24 horas por dia, em todo o país. FOTOS: Francelli Stefani

  • Alergias alimentares: além do leite de vaca, quais são os outros vilões entre as crianças?

    Alergias alimentares: além do leite de vaca, quais são os outros vilões entre as crianças?

    Embora a alergia ao leite seja amplamente conhecida, outros alimentos também podem desencadear reações alérgicas significativas nas crianças. Segundo o Alergista e Imunologista associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Dr Renan Augusto Pereira, diversos alimentos podem desencadear alergias alimentares em crianças, sendo os mais comuns o ovo, o trigo e a soja. No entanto, é notório um aumento significativo de casos envolvendo outros alimentos relacionados a alergias alimentares no Brasil, como gergelim, amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar, seguindo padrões semelhantes aos observados em adultos, além de frutas, como a banana. “No caso de alergias não relacionadas ao leite de vaca, a manifestação mais comum é mediada pelo IgE, caracterizada pelo surgimento de manchas vermelhas na pele (urticária), além de coceira, inchaço nos olhos e na boca, e em situações graves, sintomas de anafilaxia, como tosse, vômito, dificuldade respiratória e sonolência”, explica.

    Criar consciência sobre os riscos de alergia alimentar em crianças é essencial para promover um ambiente seguro e saudável. “Diante desses sintomas, a consulta com um alergista é essencial para avaliação e diagnóstico, especialmente quando há sinais de reações após a ingestão de alimentos. Em casos suspeitos, é recomendável evitar a reintrodução do alimento e procurar a orientação de um especialista para a realização de testes alérgicos e determinação da necessidade de restrição alimentar”, acrescenta o médico que é, também, membro do Departamento de Alergia da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    A SPRS reforça a importância de buscar orientação médica para diagnóstico preciso e tratamento adequado em casos de suspeita de alergia alimentar em crianças.