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  • Mortadela Ouro Perdigão ensina receita exclusiva de sanduíche inspirada em Santana

    Mortadela Ouro Perdigão ensina receita exclusiva de sanduíche inspirada em Santana

    Ação homenageia o aniversário da cidade com releituras criativas que celebram diferentes regiões da metrópole

     

    Mortadela Ouro Perdigão, a mais vendida¹e preferida pelos paulistanos², celebra os 472 anos de São Paulo com uma ação inédita que revisita o tradicional sanduíche de mortadela em releituras criativas inspiradas em bairros emblemáticos da cidade, com o diferencial do sabor inconfundível de Ouro Perdigão. Para prestigiar Santana, a receita resgata a herança de padarias do bairro. Confira:

    Tempo de preparo: 15 minutos

    Rendimento: 1 porção

    Ingredientes

    1 pão francês redondo

    5g de margarina sem sal em temperatura ambiente

    80g de Mortadela Ouro Perdigão em fatias

    2 rodelas finas de cebola roxa

    Mostarda amarela a gosto

    1 colher de sopa de cream cheese

     

    Modo de Preparo:

    1.Espalhe a margarina nas duas metades do pão e leve-as à chapa ou frigideira quente, com o lado da margarina voltado para baixo, até ficarem levemente douradas e crocantes, remetendo ao clássico pão na chapa da padaria brasileira.

    2.Espalhe a mostarda amarela na base do pão.

    3.Sobreponha as fatias de Mortadela Ouro Perdigão e distribua os anéis de cebola roxa.

    4.Finalize espalhando o cream cheese na coroa do pão, feche o sanduíche e sirva imediatamente.

    E, para oferecer uma experiência ainda mais conectada aos consumidores, Ouro Perdigão, em parceria com padarias locais, comercializa os sanduíches inspirados nas releituras de cada bairro em renomados estabelecimentos da capital: Bella Paulista (Bela Vista), Cepam (Mooca), Colonial (Campo Limpo), Delícia da Freguesia (Freguesia do Ó), Delícia de Perdizes (Pompéia), Dengosa (Liberdade), Galeria dos Pães (Jardins), Padaria Century (Santana) e Quinta do Marquês (Pinheiros).

     

    Sobre a Perdigão

    A Perdigão está presente na casa do consumidor há mais de nove décadas e acredita nas relações humanas para celebrar as refeições, sejam em ocasiões especiais ou situações cotidianas. Com o posicionamento ‘Sabor de Comer Juntos’, a marca tem em seu portfólio opções democráticas que atendem diferentes públicos e ocasiões de consumo, que vão desde café da manhã, passando pelo almoço, lanches até o jantar.

     

    Contato Imprensa

    MBRF – Weber Shandwick | mbrf@webershandwick.com

  • Brasileiros fazem história com duas vitórias no Globo de Ouro

    Brasileiros fazem história com duas vitórias no Globo de Ouro

    O cinema brasileiro viveu momentos memoráveis no Globo de Ouro, conquistando reconhecimento internacional com duas vitórias marcantes para o país. As conquistas recentes ampliaram a presença brasileira no cenário global de cinema e celebraram performances e produções que ganharam aplausos além das fronteiras.

    A primeira dessas vitórias aconteceu em 2025, quando a atriz Fernanda Torres se tornou a primeira brasileira a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama. Ela recebeu a estatueta por sua atuação no filme Ainda Estou Aqui (I’m Still Here), dirigido por Walter Salles. A interpretação de Torres, que contou com destaque internacional, superou concorrentes de peso e representou um marco histórico para o cinema do Brasil. No discurso de aceitação, ela dedicou seu prêmio à sua mãe, Fernanda Montenegro, que havia sido indicada ao Globo de Ouro anteriormente, também por Central do Brasil. 

    Um ano depois, em 2026, o Brasil voltou a brilhar na cerimônia realizada em Los Angeles. O ator Wagner Moura fez história ao ser reconhecido como o primeiro brasileiro a ganhar o prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama no Globo de Ouro. Ele recebeu a homenagem por sua performance no thriller The Secret Agent, dirigido por *Kleber Mendonça Filho. A obra, ambientada no contexto da ditadura militar brasileira, conquistou também o prêmio de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, consolidando uma noite histórica para o país. 

    Essas duas vitórias — a de Fernanda Torres e a de Wagner Moura — marcaram um feito inédito: o Brasil conquistou dois Globos de Ouro em edições consecutivas, destacando o talento nacional tanto em atuação quanto em produções cinematográficas de impacto global. Antes disso, o cinema brasileiro havia registrado apenas um prêmio no Globo de Ouro, com o filme Central do Brasil vencendo como Melhor Filme Estrangeiro em 1999, mas sem reconhecimento nas categorias de atuação. 

    Em síntese, os prêmios de Fernanda Torres e Wagner Moura reafirmam a importância crescente do cinema brasileiro no circuito internacional de premiações. Suas performances impressionantes e o reconhecimento por parte da imprensa estrangeira refletem o alcance e a qualidade das produções brasileiras no cenário cinematográfico mundial.

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