{"id":27985,"date":"2024-01-03T14:48:14","date_gmt":"2024-01-03T17:48:14","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodebordo.net\/?p=27985"},"modified":"2024-01-03T14:48:17","modified_gmt":"2024-01-03T17:48:17","slug":"o-espantalho-com-werner-schunemann-em-cartaz-dia-25-de-janeiro-no-theatro-sao-pedro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodebordo.net\/?p=27985","title":{"rendered":"O ESPANTALHO, com Werner Sch\u00fcnemann, em cartaz dia 25 de janeiro no Theatro S\u00e3o Pedro\u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>Com dire\u00e7\u00e3o de Bob Bahlis, mon\u00f3logo poder\u00e1 ser visto \u00e0s 20h&nbsp;dentro do Porto Ver\u00e3o Alegre.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do sucesso da temporada de estreia, realizada em agosto de 2023, o mon\u00f3logo\u00a0<strong>O ESPANTALHO<\/strong>, com\u00a0<strong>Werner Sch\u00fcnemann<\/strong>, retorna ao\u00a0<strong>Theatro S\u00e3o Pedro<\/strong>\u00a0(Pra\u00e7a Marechal Deodoro, s\/n\u00b0 &#8211; Centro Hist\u00f3rico) para uma noite de apresenta\u00e7\u00e3o. Dirigida por Bob Bahlis, a pe\u00e7a que relata a grande jornada sentimental em meio a escolhas dif\u00edceis que envolvem pais e filhos, poder\u00e1 ser conferida dia\u00a0<strong>25 de janeiro<\/strong>, \u00e0s\u00a0<strong>20h<\/strong>, dentro da programa\u00e7\u00e3o do Porto Ver\u00e3o Alegre.\u00a0 Os ingressos j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.xn--portoveroalegre-rkb.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.portover\u00e3oalegre.com.br<\/a>. \u201c<em>A estreia nacional de O ESPANTALHO foi em Porto Alegre. Foi no Theatro S\u00e3o Pedro e foi um grande sucesso. Por isso \u00e9 t\u00e3o gratificante retornar ao S\u00e3o Pedro, agora dentro desse maravilhoso festival que \u00e9 o Porto Ver\u00e3o Alegre. Esse retorno \u00e9 para reencontrar o p\u00fablico de Porto Alegre, para reencontrar aquela emo\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande e bonita que foi a estreia<\/em>\u201d, afirma Werner. Sch\u00fcnemann interpreta um ator bem-sucedido, que vai ao s\u00edtio do pai jogar as suas cinzas. Ao chegar na horta cultivada pelo patriarca, ele se depara com um espantalho e caixas de madeiras com objetos pessoais, que revelam vest\u00edgios de sua vida e de suas rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"886\" height=\"591\" data-id=\"27987\" src=\"https:\/\/diariodebordo.net\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-27987\" srcset=\"https:\/\/diariodebordo.net\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1.png 886w, https:\/\/diariodebordo.net\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1-300x200.png 300w, https:\/\/diariodebordo.net\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1-768x512.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>O personagem faz um exerc\u00edcio de recria\u00e7\u00e3o de sua mem\u00f3ria, debru\u00e7ando-se sobre a complexa rela\u00e7\u00e3o estabelecida com o pai, desde a inf\u00e2ncia at\u00e9 a vida adulta.&nbsp; Entre as lembran\u00e7as est\u00e3o o per\u00edodo no internato, as primeiras rela\u00e7\u00f5es amorosas, o casamento, a chegada do filho, a perda da m\u00e3e e reflete ainda sobre a alma masculina e a finitude humana. \u201c<em>O ESPANTALHO vai emocionar e divertir como sempre e as pessoas na plateia ir\u00e3o se emocionar e se divertir como sempre acontece com esse espet\u00e1culo. Estou no Rio de Janeiro gravando a novela DONA BEJA, mas ansioso para voltar a Porto Alegre, ao Theatro S\u00e3o Pedro e ao p\u00fablico da cidade que amo\u2019<\/em>, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Parceria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O encontro de Bob e Werner n\u00e3o se deu por acaso e a diferen\u00e7a geracional revelou-se como ingrediente especial que permeia toda a concep\u00e7\u00e3o e a montagem. &nbsp;\u201c<em>Sempre achei que devemos buscar uma sociedade igualit\u00e1ria, mas sinto tamb\u00e9m que o papel masculino dentro da sociedade, que foi constru\u00eddo, ao longo de mil\u00eanios, sobre o patriarcado, a opress\u00e3o e o machismo, em breve n\u00e3o vai mais existir. Fui assistir a Velha D+, da Fernanda Carvalho Leite, que tem a dire\u00e7\u00e3o do Bob e texto dele tamb\u00e9m. Ao final, disse ao Bob que era exatamente o que eu queria, mas voltado para a alma masculina. Tivemos experi\u00eancias de trabalhos juntos em leituras de textos da Clarice Lispector, h\u00e1 dois anos. Eu queria que fosse um mon\u00f3logo sobre o masculino, sobre pais, filhos e como as ideias gastas e perversas de masculinidade passam de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Bob criou a hist\u00f3ria do personagem e me entregou uma estrutura, um breve relato da vida de um homem. E essa teatraliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo feita por n\u00f3s dois juntos<\/em>\u201d, conta Werner.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bob Bahlis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ot\u00e1vio Bahlis tornou-se Bob no in\u00edcio dos anos de 1990, inicialmente como personagem de Bob Pop Show, depois virou nome art\u00edstico. Ator, diretor, dramaturgo, radialista, produtor, professor e jornalista s\u00e3o algumas de suas categorias profissionais. Mas, Bob quer mesmo \u00e9 contar hist\u00f3rias, suas e de diferentes autores. Assim foi com&nbsp;<em>Dez (quase) amores<\/em>, primeira obra liter\u00e1ria de Claudia Tajes e&nbsp;<em>De volta para a garagem<\/em>, inspirada em&nbsp;<em>Pode ser s\u00f3 o leiteiro l\u00e1 fora<\/em>, de Caio Fernando Abreu ou&nbsp;<em>Cora\u00e7\u00e3o de B\u00fafalo<\/em>, musical com Carlinhos Carneiro, vocalista da banda Bid\u00ea ou Balde. Atualmente, est\u00e1 em cartaz com o espet\u00e1culo&nbsp;<em>Velha D+<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Werner Sch\u00fcnemann<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 ator, cineasta e historiador. Nasceu em Porto Alegre, mas foi criado entre Novo Hamburgo e S\u00e3o Leopoldo.&nbsp; Apaixonou-se pelos palcos aos 15 anos, primeiramente na escola e depois no Grupo Faltou o Jo\u00e3o. Integrou o grupo Vende-se Sonhos e a turma do Super-8, com jovens cineastas de Porto Alegre. Foi ator em Deu Pra Ti Anos 70, Verdes Anos e Inverno. Formado em Hist\u00f3ria pela UFRGS, tamb\u00e9m foi professor desta disciplina. A partir de 2021, passou a se aventurar na literatura e lan\u00e7ou Alice deve estar viva, seu romance de estreia. Coleciona pr\u00eamios por sua atua\u00e7\u00e3o no cinema, televis\u00e3o e teatro. Tornou-se nacionalmente conhecido por sua participa\u00e7\u00e3o na miniss\u00e9rie A Casa das Sete Mulheres (2003) da Rede Globo. Desde l\u00e1, integrou elencos televisivos de novelas e s\u00e9ries em diferentes emissoras, sem nunca abandonar os palcos e a S\u00e9tima Arte.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cAssisti aos ensaios e conhe\u00e7o o Werner de longa data. Acompanho ele na televis\u00e3o, no cinema, no teatro. Ele \u00e9 um ator que tem um peso hist\u00f3rico nas artes perform\u00e1ticas brasileiras e eu achei o texto muito bacana. Vai ser muito lindo esse trabalho! Tudo que eu percebi no ensaio eu tratei de jogar na trilha para criar ambientes sonoros emocionais. A pe\u00e7a \u00e9 muito emocional, trata-se da rela\u00e7\u00e3o de pai e filho e achei a ideia muito bacana. Aquele espantalho que fica no palco acho que muita gente vai se identificar, assim como eu\u201d. &#8211;&nbsp;<strong>Hique Gomez<\/strong>, que assina a trilha sonora do espet\u00e1culo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cTive o privil\u00e9gio de assistir a um ensaio de O Espantalho, mon\u00f3logo com meu querido irm\u00e3o Werner Sch\u00fcnemann dirigido pelo talentoso Bob Bahlis. Momento extraordin\u00e1rio. Mais do que presenciar o profundo e comovente ajuste de contas entre um filho e seu pai ausente, pude vislumbrar naquele ensaio um Ator (com \u201cA\u201d mai\u00fasculo) na plenitude de sua maturidade t\u00e9cnica e profissional, apropriando-se de um texto complexo e fascinante. Dizem que &#8211; para os atores &#8211; o palco \u00e9 o lugar que separa os meninos dos homens. Werner \u00e9 um homem de Teatro. Um grande Ator fazendo um grande Teatro. Ambos mai\u00fasculos. Imperd\u00edvel\u201d. &#8211;&nbsp;<strong>Marcos Breda<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cDespretensiosa e delicada, a pe\u00e7a \u201cO Espantalho\u201d convida a embarcar em uma jornada sentimental pelas escolhas tortuosas nas quais pais e filhos muitas vezes se envolvem. Problemas familiares n\u00e3o t\u00eam endere\u00e7o. O p\u00fablico se v\u00ea envolvido em cada situa\u00e7\u00e3o, palavra, emo\u00e7\u00e3o, contidas na narrativa. Fredi, um homem de meia idade, bem sucedido em sua profiss\u00e3o de ator, vai at\u00e9 um s\u00edtio jogar as cinzas do pai, mas ao chegar na horta se depara com um espantalho. Diante do espantalho, Fredi v\u00ea a sombra do pai e faz um exerc\u00edcio de recria\u00e7\u00e3o de sua mem\u00f3ria, debru\u00e7ando-se sobre a complexa rela\u00e7\u00e3o entre pai-filho na inf\u00e2ncia, juventude e vida adulta.&nbsp; A paternidade se revela como algo mais, al\u00e9m dos la\u00e7os biol\u00f3gicos. No mesmo instante que a morte do pai se constitui num elo entre o passado e presente, tamb\u00e9m instaura uma necessidade de recome\u00e7o e renova\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria vida. Uma pe\u00e7a sobre a alma masculina com emo\u00e7\u00f5es \u00e0 flor da pele. Um mon\u00f3logo conduzido pelo ator Werner Sch\u00fcnemann com dire\u00e7\u00e3o de Bob Bahlis\u201d &#8211;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O QUE:<\/strong>&nbsp;mon\u00f3logo O ESPANTALHO<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DATA:<\/strong>&nbsp; 25 de janeiro<\/p>\n\n\n\n<p><strong>HOR\u00c1RIO:<\/strong>&nbsp; &nbsp;quinta \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LOCAL:<\/strong>&nbsp; Theatro S\u00e3o Pedro (Pra\u00e7a Marechal Deodoro, s\/n\u00b0 &#8211; Centro Hist\u00f3rico) &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INGRESSOS:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/www.xn--portoveroalegre-rkb.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>www.portover\u00e3oalegre.com.br<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>FICHA T\u00c9CNICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Espantalho<\/p>\n\n\n\n<p>Elenco: Werner Sch\u00fcnemann<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Bob Bahlis<\/p>\n\n\n\n<p>Texto inicial: Bob Bahlis<\/p>\n\n\n\n<p>Texto final: Werner Sch\u00fcnemann e Bob Bahlis<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Ivana Dalle e Janine Ponte<\/p>\n\n\n\n<p>Cenografia e figurino: T\u00e2nia Oliveira<\/p>\n\n\n\n<p>Trilha sonora: Hique Gomez<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Ivana Dalle<\/p>\n\n\n\n<p>Ilumina\u00e7\u00e3o: Marga Ferreira<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e9cnico de Som: Haik Khatchirian<\/p>\n\n\n\n<p>Rede Social: Janine Ponte<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de imprensa: Adriano Cescani \u2013 C\u00b2 Comunica<\/p>\n\n\n\n<p><em>Cr\u00e9dito da foto: Werner Sch\u00fcnemann Cr\u00e9dito:&nbsp;Ronald Mend<\/em><em>es<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com dire\u00e7\u00e3o de Bob Bahlis, mon\u00f3logo poder\u00e1 ser visto \u00e0s 20h&nbsp;dentro do Porto Ver\u00e3o Alegre. 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